sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Mas é que eu ganho pouco...

Dia após dia mais pessoas se perguntam os motivos pelos quais não conseguem estabelecer um bom equilíbrio financeiro, e para muitas dessas pessoas a resposta é dizer apenas que ganham pouco. Mas será que é assim mesmo? As pessoas ganham pouco ou estão querendo um padrão de vida acima do que podem pagar? Bom, de certa forma as duas coisas são iguais. Ganhar pouco é não poder manter o padrão de vida que gostaria, mas usar isso como desculpa para não fazer nada ou só reclamar é que está errado!


Felizmente há uma ferramenta matemática capaz de ajudar a todos nós, basta saber usa-la. E ela se chama, porcentagem! Quando convertemos nossa renda familiar em 100% fica muito mais fácil descobrir onde gastamos mais, onde gastamos errado e onde podemos fazer sobrar. E a mágica da porcentagem é justamente o fato de não importar o quanto se ganha, é tudo 100%!

Se me perguntarem se hoje eu acho que ganho bem eu direi que não. Se me oferecerem um aumento de 50%, aí direi que ganho bem? Continuarei dizendo que não. E no inverso, se me perguntarem se ganho mal eu responderei que não. Se cortarem meu salário, bom aí o bicho vai pegar! Mas mesmo assim não poderei dizer que não posso sobreviver. Pois até muito pouco tempo atrás eu e minha família vivíamos com menos. E quais são as dicas básicas para viver bem com aquilo que se tem na mão?

Basta não querer ser mais do que se pode, ou alguém que não se é! O erro primário das pessoas que passam a ganhar um pouco mais é comprometer seu aumento com uma parcela! Perceba e se reavalie, quantas pessoas você conhece, se não você mesmo, que aproveitou um aumento para se endividar?

E hoje em dia que o governo resolveu super-estimular o consumo, o que criaram? Super-endividados! Sim, estudos mostram que a baixa dos juros levou tantas pessoas às compras que impulsionaram a ilusão da capacidade de pagamento em pessoas que não podiam, criando assim dívidas monstruosas. E agora? Vai entrar com processo para rever os juros altos? Isso não existe mais! Agora é você o responsável pelas péssimas decisões que tomou. Sempre defendi que deveria ser assim, que somos responsáveis pelas nossas decisões, que temos que arcar com nossas dívidas e pronto. Não importa se o juro era alto, não importa se a parcela não cabe mais no bolso, não importa sequer se me arrependi amargamente. O que importa é que eu uma pessoa capaz de assumir uma dívida é capaz de avaliar o tempo que essa dívida irá durar!


Há casos sim de imprevistos, há casos sim em que uma emergência faz tudo mudar de rumo, mas é para isso que serve o planejamento. Uma pessoa, um casal, uma família, que planeja seus investimentos, tem a capacidade de gerir crises de forma a não ter impactos relevantes. Basta ter a poupança que eu tanto falo! basta ter a reserva financeira para crises e externalidades. E para ela, basta não gastar com besteiras. E para não gastar com besteiras basta transformar seu salário em 100% e os gastos em fatias, para montar o seu balanço patrimonial. Mas eu não sou um contador! Você não sabe colocar ganhos de um lado e soma dos gastos do outro lado? Nem merecia ganhar dinheiro então!

Pouca gente vai achar isso válido, mas estar de bem com a vida é fator essencial para saber administrar seu dinheiro. Energias positivas atraem a consciência que falta para pararmos de nos deixar levar pelo que os outros acham melhor para nós! Não vou comprar um carro zero se não tiver dinheiro para isso! Não vou viajar no feriado se sei que isso poderá comprometer minhas finanças. Passarei até mesmo o carnaval em Curitiba se for pelo bem da minha saúde financeira! Seja forte para dizer os "nãos" que precisar na vida! A recompensa disso será um sono tranquilo, um carro quitado na garagem, talvez dois. Uma viagem de férias 100% paga um mês antes de você embarcar.


Seja feliz com o que você é! Seja feliz com o que você tem! Mas nunca deixe de correr atrás de mais. Se a vida profissional está estagnada. Invista em você! Corra atrás de novas possibilidades. Uma dica certeira. Concursos públicos não são inatingíveis. É mais garantido do que ganhar na mega-sena.

Saber administrar seu dinheiro, independente do tamanho dele, é a essência para fazer mais com menos. Você não ganha pouco! Pode ser injusto, pode ser menos do que gostaria, pode ser revoltante. Mas pouco não é! É tudo uma questão de perspectiva! Avalie melhor aquilo que quer e pare de se levar pela vida que você vê nos outros.

No ensaio, carros que me fariam muito mais feliz do que um carro zero km!

E o vídeo de hoje é extremamente especial! O meu vizinho, e amigo, Paulo Teixeira, da lendária banda Blindagem, tocando com seu filho e a banda Black Maria! Espero que curtam!
Ótimo final de semana e estamos aí, curtindo as coisas pequenas e boas da vida! Sem se preocupar com o que vão pensar de nós, sem se preocupar se vão me achar pobre pelo meu carro ser o mais velho do estacionamento!

Abraços!!!

sábado, 10 de novembro de 2012

O preço da gasolina...

Não adianta tentarmos fugir, ou dizer que o assunto já cansou, o tema combustível está em alta e o Rápidas aproveita hoje para desmistificar e explicar, da composição dos preços até a realidade dos cartéis. No dia 30 de novembro muitos curitibanos foram pegos de surpresa com um aumento de 50 centavos no litro da gasolina. O preço que era de aproximados 2,40 por litro saltaram para quase 2,90. Viu-se muita reclamação, queixas e até um protesto inusitado, onde diversos motoristas saíram por postos da cidade, pedindo que fossem abastecidos 0,50 centavos em seus automóveis e exigindo nota fiscal dos estabelecimentos. A ação era, além de gerar polêmica, para obrigar o recolhimento dos impostos sobre o valor, coisa que nem sempre é feito.


Mas o que aconteceu? Por que a gasolina aumentou dessa forma, da noite para o dia? Bom, primeiramente devemos encarar que a escolha da data do aumento foi plenamente desastrosa para a opinião pública. Vésperas de um feriado, datas em que costumeiramente os motoristas iriam encher seus tanques para viajar. E foram pegos com uma desagradável surpresa. Mas, além da data, há o tamanho do aumento, mais de 17% numa tacada que só não assustou os motoristas mais desligados, dos que abastecem 50 reais a cada parada no posto e vão perceber que o carro bebeu demais dessa vez. A verdade é que esse aumento foi decidido à portas fechadas pela cúpula dos donos de postos que simplesmente decidiu aumentar 4 pontos percentuais em sua margem de lucro. A cada litro vendido os postos lucravam 8,4%, margem que agora é de 12,5% conforme acordado entre eles. E quem não seguir corre risco de levar bala, como aconteceu no início da semana num posto de São José dos Pinhais, na região de Curitiba.

Agora vamos começar a falar sobre a formação de preços e entender o por que os postos não são os maiores vilões dessa história toda, apesar de nós sempre enxergarmos assim.

Vamos lá no início de toda a cadeia produtiva e vamos descobrir que há uma razão simples para todos os preços serem sempre iguais. A produção de gasolina no Brasil é feita por uma única empresa, o que configura um monopólio puro, e ainda por cima esta empresa é controlada pelo governo. Muita gente se esquece que a Petrobras é a única companhia que produz gasolina no nosso país, e a vende a preços controlados pelo governo. Ou seja, não há nenhuma opção a não ser comprar da empresa que, por um lado é orgulho de quase todo brasileiro entusiasta pela propaganda, por outro é a controladora deste mercado.

A segunda perna deste mercado está nas grandes distribuidoras. A própria Petro o faz, assim como a Ipiranga, Shell e muitas outras com nomes não tão conhecidos. Compram da fonte, quantidades do porte de atacadistas, para depois revender. Algumas bandeiras fortes possuem sua própria rede, o que não significa nada em termos de preço, outras, menores, acabam apelando para a sonegação de alguns impostos no meio das transações e conseguem repassar combustíveis a preços mais baixos, que irão acabar nos famosos postos sem bandeira que alguns são fãs de carteirinha e outros torcem o nariz e preferem pagar um pouco mais para não correr o risco de combustível adulterado.


O terceiro membro dessa brincadeira é o posto, o varejista, que compra de uma distribuidora, aplica lá os seus 12% e revende. Se pensarmos bem, 12% não é uma margem de lucro tão abusiva se formos comparar com alguns mercados, como até mesmo o de automóveis novos. Aliás, não só os novos, o que dizer do lojista do ramo de veículos usados que lhe oferece 13 mil por um carro que vale 20. E depois de você sair feliz com seu zero km, endividado, mas feliz. O lojista ainda irá lucrar 35% limpo nas suas costas. O que eu quero dizer é que, apesar de serem nossos inimigos natos, os donos de postos só estão fazendo a sua parte no processo. Se fosse você, faria o mesmo!

E por último, os otários porém sem perceber, consumidores. Nós que somos apenas reféns do sistema, que usamos nosso automóvel no dia a dia para ir trabalhar, levar os filhos para escola, ou simplesmente passear, curtindo um bem que já nos custou tão caro. De qualquer forma não podemos fazer muito se não continuar pagando, pesquisando, tentando achar lugares mais baratos, mas no fim das contas pagar o lucro do varejista, o lucro das distribuidoras e ainda o lucro da Petrobras. Sem falar da parcela do governo, os quase 50% de impostos em cima de toda essa longa história. Por essas e outras que eu sempre digo que ter um carro é uma segunda família. Continuo sendo viciado, meu hobby não irá mudar, mas é preciso ter os pés no chão para não deixar que despesas abusivas comprometam seu equilíbrio financeiro.

E por fim ainda devemos lembrar que a Petrobras possui em seu estatuto a premissa de que seus preços devem se equiparar ao mercado internacional. O que, qualquer estudioso sabe que hoje em dia não acontece. Os preços da Petro estão muito abaixo da linha do que se cobra pelo barril do petróleo lá fora. E sim meus caros, o que torna a gasolina o absurdo que é no Brasil são os impostos e ponto final. Ou seja, a presidência da Petrobras vêm pressionando e um dia o governo terá que ceder, assim que o preço aumentar na base, logo sentiremos outra pontada no bolso.


Antes do vídeo e para não deixar de falar de carros, essa semana apenas pude refletir em meu dia a dia, qual será o carro ideal? É o zero km que não te dá manutenção, tem cheirinho de carro novo e ainda está fácil de comprar? É o semi-novo completo, com preço já mais justo, que oferece muito mais custo-benefício? É o carro dos sonhos, exclusivo, único, e muitas vezes a preços bem modestos? Ou é ainda o "pau velho", carro qualquer, que só serve para ir e vir? No fim das contas essa resposta só depende do que você é. Eu sei o meu perfil e tenho minha personalidade, não importa quais são os meus termos e justificativas, alguns vão me ver como um pobre porque o meu carro não é do ano e outros vão rir e achar que eu ainda estou errado. Cada um sabe onde o calo aperta, está nas mãos de todos ter uma vida boa e sem dívidas, só cabe deixar o orgulho de lado em milhares de situações.

E para fechar com Rock, mais uma banda da turma dos menos conhecidos.


A banda nem todos podem lembra, a música até talvez, mas o guitarrista eu tenho certeza que todos conhecem. O cara dos back vocals é nada menos do que o mestre Eric Clapton!

Abraços e até a próxima!

sábado, 3 de novembro de 2012

Comece guardando e um dia possa gastar sem dó!

Todos pensam que pensam, muitos falam, a maioria fala sem pensar e alguns pensam e preferem nem dizer. Lute e se esforce para ser das pessoas que pensam antes de falar e só o fazem na hora certa. Por vezes, e eu diria que em muitas delas, saber ouvir é mais nobre do que querer falar demais. E o que isso tem a ver com o post de hoje? Nada, deve ser só algum efeito da semana.


Hoje eu quero falar sobre a reserva financeira que eu insisto sempre ser a chave para sua tranquilidade em momentos de crise. Não importa como ou quando começar, não há forma de se estar seguro sem um fundo de emergência. O que se chama de ideal, e isso eu falo sem muito pensar, é que as pessoas, ou famílias, possuam 6 meses de contas (alimentação, água, luz, telefone e outras que julgarem essenciais) investidas num fundo seguro e líquido. Hoje em dia, com as atuais taxas de juros, o fundo mais seguro e liquido que se pode ter é a poupança.

Chega a ser engraçado pensar que no período de pouco mais de um ano, apesar de que os sinais já vem  mais tempo, a desdenhada aplicação, passe a ter o maior rendimento do mercado de baixo risco. Hoje em dia só se ganha mais do que a poupança em fundos cuja taxa de administração seja de 0,5% ao ano. Ante a média do mercado de 3%, esta taxa, mais o imposto de renda, tomam todo o ganho extra das aplicações disponíveis por aí. E apesar de eu ter sempre defendido o CDB como a melhor opção, disparada, entre as aplicações seguras, hoje eu vejo que os ganhos que ele oferece são com as mesmas condições, super privilegiadas, de uns poucos. Ou seja, só se fatura mais do que a poupança se o CDB for de 100% do CDI com uma taxa administrativa baixa. E se pensarmos mais a fundo vamos ver que essas aplicações valem ainda mais quando o assunto é longo prazo, pois a carga do IR torna-se menor quanto maios for o tempo da aplicação.

De qualquer forma, os três tipo de aplicação que devem ser levados em conta quando a intenção é formar um fundo de reserva são: poupança, fundos de renda fixa e os CDBs. A primeira é a que hoje nos dá um retorno bom se levarmos em conta a ausência de taxas e IR. O fundos são uma opção interessante, porque rendem mais e possuem liquidez diária. Os CDBs rendem ainda mais e também possuem liquidez diária, mas em compensação, normalmente necessitam de um valor maior para iniciar os investimentos.


Mesmo que você não tenha a mínima ideia de onde investir, e hoje só falamos do nível básico, que é apenas guardar para ter uma reserva, o mais importante é querer forma-la. Mesmo que você não espere um evento ruim e até mesmo tenha garantias, é sempre bom ter a reserva de segurança. Até mesmo para realizar sonhos, para conseguir bons descontos em compras à vista, para se arriscar com certa segurança. A reserva de segurança é o primeiro passo da pessoas responsável financeiramente pelo seu sustento. Sem este passo ela nunca poderá estar segura para assumir novos compromissos. Por mais que as parcelas de um carro zero caibam em muitos bolsos, a gasolina não está inclusa, e com um carro a mão roda-se mais, gasta-se mais.

Já que entramos no assunto dos carros, o ensaio da semana traz três automóveis que custam menos do que um carro zero, com o mínimo indispensável, ou seja, custam menos do que um zero com conjunto elétrico e direção hidráulica. Em suma, menos do que 30 mil reais. Há três grupos de pessoas que podem comprar esses carros, mas apenas um deles o faz. O primeiro grupo é o que compra o zero de 30 mil, esse grupo está interessado num carro com um mínimo de conforto, mas se preocupa mesmo é com o status de um zero, a preocupação é aparecer, e sempre será isso, nunca me colocaram um argumento que me convenceu do contrário. O segundo grupo é o que compra o carro na faixa de 30 mil reais, mas com até 5 anos de uso. São automóveis de classes superiores, com muito mais requinte, qualidade de construção, motorização e o que o segundo grupo preza mais, custo-benefício e status de "carrão", confesso que esse é o meu grupo, ainda não é minha faixa de preço, mas é o grupo. E o terceiro é o grupo que tem mais, muito mais dinheiro, normalmente são pessoas que já tem outro automóvel e está em busca do que falamos esses tempos, do carro de final de semana, um carro de alto luxo, para ser usado em ocasiões fora da rotina e para ser mais apreciado do que qualquer outra coisa. O objetivo principal do terceiro grupo é a exclusividade, carros para poucos. Quase qualquer um poderia comprar, mas poucos podem mantê-lo.


Há uma série de outros grupos quando o assunto é carro, mas hoje falamos apenas dos que combinavam com os automóveis do ensaio. Confesso que, como disse, eu me colocaria no segundo grupo, mas meu sonho é chegar ao terceiro. O grupo número um não está nos meus interesses porque os objetivos daqueles não são os meus. Por enquanto meu "carro de final de semana" é um adorável Fusca, enquanto que para muitos o carro é só um objeto do ir e vir. Para quem gosta isso é muito mais.

E para fechar com música, ela está de volta ao rápidas, que insiste que o Rock N' Roll é a nossa praia e que não basta curtir as bandinhas que aparecem mais na mídia. Há muito no rock que foge dos altamente famosos. São os que eu costumo chamar de segundo escalão, mas que tem força e musicalidade para agradar os mais exigentes fãs do estilo.
Mais um post simples, com aquela receita básica de Economia, Carros e Rock N' Roll. Para quem é seguidor do Rápidas, sabe que o gráfico de objetividade, profundidade e abrangência possui altos e baixos, como tudo na vida.

Abraços e até a próxima!

sábado, 27 de outubro de 2012

Quanto vale o saber?

Vivemos um tempo em que o estado fornece apenas para dizer que usa o dinheiro dos impostos em alguma coisa, e o que é de graça ainda parece inferior. Há muitas formas de enxergar isso, segurança e saúde são bons exemplos, mas a forma mais óbvia de perceber a situação que entramos é a educação. 

Mas antes de começar eu dou a dica, o blog hoje tem duas diferenças, as fotos são de carros sim, mas sem legendas, sem contexto, só para apreciar. E o vídeo deve ser clicado agora, pois como não é de show nem clipe oficial, a música serve para ajudar na leitura!


As creches públicas não tem vagas suficientes, por isso as pessoas pagam. É isso mesmo? Quer dizer que todos os pais das crianças que estudam nas redes infantis tentaram antes a vaga da creche municipal? É lógico que há mais deficiências do que o número de vagas. E se assim fosse, não teríamos escolinhas com preços que variam de 300 reais, dependendo do período e região da cidade, até 1000 reais! 1000 reais! Conheço inúmeras pessoas que ganham menos do que isso por mês. É isso que estão lhe cobrando para cuidar de uma criança de 1 ano de idade. Tudo bem, até acho que a segurança de ter seu filho num lugar onde se possa confiar não tem preço, mas para tudo há um limite. O marketing invadiu o mundo em todos os cantos e detalhes e o valor de uma marca passou a representar mais do que a verdadeira qualidade de um serviço ou produto.

Crescendo um pouco chegamos à educação básica. Tudo bem que hoje em dia as escolas públicas não são mais o que foram em tempos de premiações e reconhecimento. Hoje em dia os adicionais passaram a pesar muito mais do que o seu real valor nos preços das mensalidades. A criança que estuda num Positivo, Bom Jesus, ou mesmo nas redes Maristas de ensino, tem à sua disposição muitos recursos tecnológicos, praticam esportes, viagens, competições, e tudo isso pesa muito no desenvolvimento delas. Mas o custo disso está ainda é exagerado demais. São opções para famílias ricas, cujas culturas infelizmente podem levar a fragilidade adolescente a tomar decisões baseadas num estilo de vida que despreza o seu semelhante. A incidência das drogas é muito maior entre os jovens de classe média do que nos jovens de classe baixa.


Chegando a uma fase quase adulta, chegamos no ponto crucial em que temos que encarar três mundos completamente diferentes, chegamos ao vestibular. Quando eu fazia cursinho pré-vestibular foi que percebi a distinção clara entre os três mundos. Haviam as pessoas cujo grande objetivo de vida era passar numa universidade pública, digam o que quiserem com relação à infra-estrutura e os problemas com greves, mas o ensino é de qualidade, o currículo possui peso e as pessoas saem com uma visão de mundo que chega ao inexplicável. O segundo mundo é o das grandes instituições particulares, onde dão aula muitos professores das Federais da vida, ganhando muito mais, com um ensino de qualidade, mas a custos exorbitantes. O terceiro mundo, neste comparativo que nada tem a ver com classe social, é o misto entre a salvação e a degradação. É o que há de opção para os jovens que não passaram no limitado número de vagas da universidade pública e também não podem arcar com o alto custo das instituições de grande nome entre as pagas (as quais eu me limitarei a não citar). Da piada corriqueira a uma dura realidade, às uniesquinas invadem as filas por empregos e muitas vezes, graças a convênios com empresas, são grandes e válidas opções para não parar os estudos. Meu único medo é que o ensino em algumas instituições é limitado e de baixa qualidade. O objetivo de formais profissionais já não existe mais, hoje são apenas fábricas de diplomas.

E não paramos na graduação, que na minha opinião é o momento acadêmico de maior importância na vida de qualquer ser vivo pensante. Pós-graduação à distancia em 6 meses? Que raio de mundo é esse? Esses cursos de aperfeiçoamento deveriam ser de graça e não gerar nada além de um certificado. É esforço, é captação de uma informação que nem todos terão, é válido. Mas não poderiam dar um diploma de pós-graduado, que possibilitaria concorrência com alguém que faz um curso de 1 ano e meio, com aula todo sábado, o dia todo, com provas, trabalhos e conteúdos verdadeiramente desafiadores.


Por fim, hoje em dia a mera informação vale muito, e quanto menor o esforço mais cara ela fica. O exemplo clássico são os relatórios de investimento disponíveis para clientes de grandes corretoras. Um grupo de analistas renomados já fez todo o trabalho e me passa um arquivo dizendo quais papéis eu devo comprar e em qual proporção de uma carteira segura e que garantirá mais ganhos que a média do mercado. Mas esse inofensivo pdf só está na minha mão porque eu pagou, ou sou funcionário, de um grande banco que possui a corretora com a plataforma mais premiada do país. Do contrário, talvez por isso muitos tenham medo do mercado financeiro, pague pra ver ou corra o risco de não saber o que acontece por trás da primeira página da gazeta do povo.

E outro problema da humanidade, dai minha preocupação com instituições que não ensinam a pensar, é que a maioria das pessoas não está preocupada com o caderno de economia, mas infelizmente se ligam apenas ao caderno de esportes e ao resumo da novela.


O vídeo de hoje é de uma banda que conheci por intermédio de uma grande seguidora do blog, alguém que constantemente me faz refletir e dar cada vez mais importância ao valor do pensar!

Carros destaque das fotos, Dodge Le Baron, Puma, Fusca e Cadillac. Clicados nos encontros de Curitiba, na praça da espanha e largo da ordem.

Espero que tenham gostado. E o verdadeiro valor de saber está dentro daquilo que você busca para se aperfeiçoar. Não importa em qual dos mundos você vive, ou se nem faz parte deles, se você leu este blog ao menos uma vez na vida significa que você tem a capacidade de pensar além da primeira página! Parabéns por isso!

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

A arte de planejar!

O post desta semana tem um fundamento ligado à reflexão. Recentemente uma pesquisa divulgou que mais de 40% das famílias brasileiras não possuem nenhum tipo de planejamento financeiro. E você, como anda seu orçamento?

Palio Weekend e as maravilhas de um bagageiro no teto, sua primeira aparição em público.

Já não é de hoje que eu defendo que planejar e a forma mais simples e rápida de alcançar grandes objetivos. Temos que colocar no papel, visualizar, mentalizar e trabalhar. Aliás, sem o esforço nada acontece, e quando acontece é bem provável que você não dê valor. Lógico que o filho que ganha o carro zero aos 18 anos valoriza o presente do pai, mas se pensarmos bem, fica algo no ar. Pelo menos nas pessoas normais, eu acredito, fica uma vontade de conquistar mais coisas sozinho. Não preciso recontar a história de quando era novo, de trabalhar entregando panfletos todo domingo para comprar minha bicicleta nova. Nem preciso contar pela milésima vez a história do meu primeiro carro, um Chevette de 2 mil reais. Mas o que fica é que as coisas conquistadas com seu próprio suor terão sim um valor muito diferente. Independente se o que é meu é mais simples que o do outro, nem importa do que eu ou a outra pessoa abriram mão, das decisões certas ou erradas, o que importa é que sonhos não se realizam sozinhos.

Um dia desses me perguntaram se eu iria viajar no feriado e antes que eu respondesse já complementaram: "vocês sempre vão né?" De fato, gostamos muito de viajar e na minha opinião há dois tipos de viagem, as de descanso e as de turismo. O feriado ao qual se referiam era uma viagem de descanso, uma praia já conhecida, uma pousada simples mas bem confortável. Quando falo em planejamento, digo em coisas simples como esta. Três meses antes eu já havia entrado em contato com a pousada e feito a reserva, nos meses que seguiram eu já havia feito os depósitos da estadia, um custo a menos. E por mais que isso possa surpreender, abasteci o carro no cartão de crédito. Sim, jogando os gastos com automóvel para o mês seguinte e já tendo pago a hospedagem sobrara o suficiente para curtir, comer bem, gastas com quaisquer bobeiras que achássemos legal. As viagens de descanso servem para largar os controles e relaxar.

No contexto, Novo Uno, isso seria 2º carro. Diferente de carro de fim de semana.

Diferente, um pouco, das viagens de turismo. Viagens de turismo são para conhecer lugares nos seus mínimos detalhes. Tudo começa com a escolha, uma cidade, ou algumas cidades, que tenham algum significado histórico ou forte atrativo. Uma boa pesquisa no google nos ajuda a criar pré-roteiros e descobrir coisas que muitas vezes nem estão entre as atividades mais populares. Planejamento de rotas e lugares a visitar com base nos dias disponíveis. Comidas típicas, outra forma de sentir que conhece bem onde você foi. Que graça passear sem curtir as coisas do lugar? Foi assim que conhecemos lugares que hoje eu falo sem medo que eu não me perderia se me soltassem em qualquer ponto. Foz do Iguaçu, Rio de Janeiro, Buenos Aires, os dois principais destinos do Brasil e uma das cidades mais visitadas do mundo. Planejando, montando sonhos como se fosse um lego. Bem melhor se for em boa companhia, também não preciso dizer que meu interesse por viagens foi despertado pela minha amável esposa, aliás a parte do google é sempre com ela, a parte de não se perder é que fica por minha conta. Trabalho de equipe.

Hoje tive outra boa surpresa ao estar no trabalho e um colega me pedir ajuda sobre cerveja. Não conheço tanto quanto alguns amigos, sobretudo minha madrinha de casamento que é até colunista num blog de cervejas especiais, mas gosto, me interesso, e procuro pensar um pouco mais do que somente beber. O mercado de cervejas especiais, artesanais, premium, importadas, vêm se tornando um nicho cada vez mais popular. Sabores muito mais intensos, misturas inusitadas, algo bem diferente das meramente pilsen que por muito tempo foram a preferência nacional. Aliás, continuam sendo, aposto eu, a preferência dos 40% sem planejamento, pois uma boa cerveja, desta nova leva, custa cerca de quatro vezes mais do que uma skol, a mesma skol que eu não tenho mais coragem de escrever com letra maiúscula. Sinto muito ambev, mas nem sua pop star bud é capaz de enfrentar minhas novas preferidas!

Isso é carro de fim de semana! Ame ou odeie, impossível ficar indiferente, isso é Fusca!

O fundamento deste post é o planejamento, portanto o último tópico vai relacionado a algo que eu dou muito valor, mas que nem todo mundo entende. Carro de fim de semana. Muitas famílias hoje em dia tem dois automóveis, ou até mais, mas normalmente fala-se de carros comuns, dois populares, dois carros novos, dois financiados por assim dizer. Não é disso que estou falando. Estou falando, no caso de quem tem dinheiro, de uma Ferrari. Um carro que não é viável de se guiar todos os dias. E no caso de quem não tem dinheiro, mas não abre mão de realizar seus sonhos, um Fusca, um carro que ninguém aguenta guiar todos os dias. Brincadeiras a parte, sou um fã incondicional da pequena maravilha da Volks, mas admito que um carro normal é bem mais fácil e confortável. Conheço grandes pessoas que só usam seu Fusca no dia a dia, mas são carros preparados e cujo investimento daria para comprar qualquer carro normal. No meu caso, Fusca é para curtir, para descontrair, desestressar, se divertir. Esse é meu conceito de carro de fim de semana.

Por fim, eles que são figurinha carimbada neste blog, mas que nunca perderão seu efeito sobre a minha pessoa.
Grande música, espero ter contribuído para uma reflexão sobre a arte de planejar. Espero que tenham gostado, abraços e muito obrigado!

sábado, 6 de outubro de 2012

Da grande empresa à sua vida!

Globalização, grandes grupos empresariais, empresas menores e sua própria vida econômica. Tudo isso está ligado, e a forma de entender melhor a sua inclusão neste mundo de hoje, é entender como ele funciona.

Mas não sem antes apreciar o ensaio da semana, começando por uma Kombi bicolor, 1970.

A maioria das grandes empresas de hoje não começaram imensas como são. Muitas delas começaram como pequenas ideias, um bom produto e algum investimento. Empresas do gênero alimentício, industrias de bebidas, montadoras de automóveis, construtoras ou até mesmo bancos; todos tiveram um começo, um empresário que resolveu arriscar, uma pessoa comum que resolveu correr atrás do seu sonho, um governo que resolveu estatizar algumas atividades. O que vale saber é que sem um começo não se chega a lugar nenhum, e é por isso que estamos falando sobre empresas.

Grandes corporações, quando já atingiram um nível ótimo em sua própria região, tem como objetivo claro a expansão de seus negócios, e hoje em dia não há forma mais fácil e direta de expandir a não ser as aquisições. Não diria nem hoje em dia. É uma técnica usada a muitos anos e que ajuda grandes marcas a entrarem nos mercados, ao mesmo tempo em que usa a base de empresas locais, com tradição, mas sem o mesmo vigor financeiro para se manter frente a algumas inovações.

Um raro Mustang 1985, concorda-se que é uma geração sem apelo visual, mas é um Mustang.

Assim aconteceu com a antiga marca de geladeiras Prosdócimo, que foi comprada pela Electrolux, algumas marcas de suco e refrescos que foram incorporadas pela Coca-Cola, a marca cearense de jipes, Troller, que foi comprada pela Ford, e porque não citar os bancos. As instituições financeiras no Brasil passaram por grandes mudanças nesse sentido de aquisições. Desde o próprio HSBC ainda em 1997 quando comprou o Bamerindus, um dos grandes bancos brasileiros das décadas de 1980 e 1990. Passando pela entrada do Santander, que comprou o banco Real, até as pequenas compras do Banco do Brasil, Besc e Nossa Caixa recentemente. O universo bancário é formado assim, negócios, produtos, altas taxas, baixas taxas, e os bancos vão tentando se focar no que gostam de chamar de o seu negócio.

E voltando a falar em toda empresa começa de algum lugar. O Brasil registrou no primeiro semestre uma marca superior a 1 milhão de empresas abertas! Sim, mais de um milhão de empresas se constituíram nos primeiros meses de 2012. Isso é um marca e tanto, principalmente num país onde um número absurdo de pessoas passa a vida reclamando que não pode, não consegue, não dá. O que vemos na prática é muitas pessoas acreditam que é possível! Talvez não na vidinha que muitas almejam, ser empregado com um salário e carteira assinada. Mas numa vida onde você é o chefe! E numa vida onde você vai entender o chefe chato que resmunga do tempo no café, que resmunga que as pessoas não trabalham direito. Sim, porque a verdade é que na vida há um percentual muito pequeno de pessoas que vestem a camisa. A maioria, enquanto não "ganhar" alguma coisa diretamente, não está nem ai para o resultado coletivo.

Um clássico um pouco menos famoso, um Suzuki Vitara Canvas 1991.

Às vezes nos revoltamos em ver algumas injustiças no âmbito empresarial. Mas eu acredito que sempre teremos aquilo que precisamos para ser feliz de fato. Se eu ganho menos que alguém, é porque sei me virar bem com o pouco que tenho. Se eu ganhar mais, tenho que ter a sabedoria para fazer deste o ideal. E não como algumas pessoas que ganham muito e estão sempre devendo. Não me revolto por achar que tenho pouco. Me revolto quando veja alguém que eu sei que ganha muito bem, reclamando de falta de dinheiro.

Decisões erradas nós temos o direito de tomar o tempo todo. Mas o difícil mesmo é saber voltar atrás e reconhecer que erramos. Voltar atrás e desfazer um mal negócio. Isso é quase impossível de se ver. Enquanto quem faz com o pé no chão, a princípio parecer estar sempre um pouco atrás. um carro mais velhinho, um celular mais simples, uma vida mais simples. Mas o fato é que de onde muitos só valorizam a imagem, nós achamos a inteligencia e vivemos melhor.

Não preciso insistir, já provei a muito tempo que uma vida disciplinada vale mais e é mais proveitosa do que o ato de parecer ser. E é assim que vai ser, assim que vou insistir em ser de verdade!


E fechando com muito Rock N' Roll, uma coisa que eu já falei e repito. Certos prazeres são para quem entende! Não adianta tentar convencer o mundo, quando muitos não estão preparados.

Abraços!!!

sábado, 29 de setembro de 2012

Emoção, controle e curtir a vida!

"Mais um dia tenho que encarar, não é nada fácil a vida ganhar, cheio de problemas para resolver, ninguém mais tem calma para se entender..."
Fusca! Dispensa rótulos, para alguns é só um carros velho, para muitos é... um Fusca!

De fato, a vida adulta não é nada fácil. Ficou para trás o tempo em que mamãe arrumava a casa enquanto você só jogava video game. E o mais absurdo é que, se me perguntar, não ligo de arrumar a casa, o que mudou mesmo foi que eu não tenho mais vontade de jogar. Parece engraçado, mas a mente trabalha mais rápido que muitos jogos, aquela realidade passou e eu não sinto falta. Mas não significa que envelheci tanto assim, se colocar um fusca razoável na minha mão eu já tenho mil projetos em mente! Aliás, a vida é assim, passamos a ter que assumir mais responsabilidades, mas não podemos esquecer dos momentos que vão nos tornar um pouco mais crianças de novo. Para alguns os jogos eletrônicos funcionam, eu sempre brinquei de carrinhos. Se eu cresci, por que eles também não?

Quero falar justamente sobre a psicologia nas decisões de consumo. Não adianta eu ficar anos escrevendo posts criticando quem não pensa em tudo antes de comprar, se não levar em conta esse fator incondicional. Qualquer produto só será digno do seu dinheiro se te conquistar. Não interessa se é de última tecnologia ou se é um clássico que ninguém vê valor. A vida é uma sequencia interminável de tomada de decisões, e se me falar que 90% delas foram tomadas deixando a emoção falar mais alto, eu acredito e não negaria. O problema é que as pessoas não sabem fazer de sua vida financeira algo emocionalmente a seu favor. Como assim? Dinheiro tem emoção agora? Sei que parece piração, mas não é tão difícil.
Outro injustiçado, até mais por assim dizer, Fiat 147!

A primeira grande decisão e barreira que temos que superar é quando saímos da casa de nossos pais. A vida lá fora vêm cheia de faturas que você mal conhecia. É você quem irá pagar as contas luz, água, telefone, internet, tv por assinatura, etc. É nesse momento que a emoção começará a falar mais alto e você precisa trabalhar com a sua mente a seu favor. Um começo de vida precisa que você, no auge de seus sentimentos, saiba que cortes de gasto são necessário e obrigatórios. Sabe como é fácil abrir mão de besteiras do dia dia? Perseguindo sonhos muito maiores. 

"O tempo vai passar, vamos nos esquecer e algum dia a gente vai entender. Agora é melhor, não olhar pra trás, a solução um dia vai chegar..."

Vivo falando aqui que mexer com carros é uma paixão para mim. Quer algo mais emoção do que comprar um carro velho? Antigo? Equipado? Para reformar? Não, não estou mais falando daquele meio de transporte comprado em 84x sem entrada. Estou falando de decisões únicas, de carros únicos, algo que seja capaz de fazer você sorrir só de olhar. Enfim, se não carros antigos, todo mundo deve ter seus sonhos. Poderia citar viagens, outra paixão, que no caso descobri com minha esposa. Outra coisa que é preciso muito mais do que dinheiro, é preciso emoção para saber aproveitar. Eu desafio qualquer mero muambeiro, desses que costumam ir à Foz todos os meses, desafio se eles conhecem Foz melhor do que eu, que só estive lá 3 vezes.

Quando viajamos a algum lugar, uma coisa que gostamos muito de fazer é conhecer o máximo que podemos dentro do tempo que temos. O google alguns dias antes nos ajuda a definir prioridades, os mapas turísticos são nossos grandes aliados, um celular com câmera já basta para captar momentos, e um espírito dotado de muita vontade de fazer cada minuto se vida vida valer a pena!
Fechando o ensaio, um lendário Simca Chambord!

A vida financeira é mais do que ter e possuir. É o que você pensa e como o dinheiro faz você se sentir. De nada adianta ter muito e não saber o que fazer. De nada adianta não ter e só reclamar. A premissa básica da economia, e é o que eu gostaria de passar para a vida de todas as pessoas que conheço, é fazer o melhor com os recursos disponíveis. Não o melhor aos olhos dessa sociedade que só sabe julgar. O melhor para você! Aquilo que te faz bem.

E para fechar de forma bem simples, não custa reforçar uma coisa que eu sempre disse aqui. Quem planeja consegue conquistar muito mais fácil. Pare só de sonhar, coloque seus sonhos no papel. Escreva e transforme-os em planos, com passo a passo a ser seguido até o tesouro. Não aquilo que querem que você tenha, aqui que realmente você quer!

Quem planilha controla melhor suas finanças, quem controla bem consegue poupar, quem poupa tem segurança, quem se sente seguro arrisca um pouco mais, quem arrisca pode ganhar mais ainda e por aí vai.

O ensaio da semana é uma homenagem a esses carros velhos, carros velhos que podem o seu primeiro carro. Carros velhos que podem ser a opção de segundo carro quando você precisa. Carros velhos que podem ser mera diversão ou até mesmo virar clássicos se você souber o que quer. Carros velhos, não antigos mega valorizados, carros velhos... 

E para fechar, um clássico do old time rock n' roll brasileiro, falando sobre carros clássicos.
As novas gerações precisam de nós para manter a memória dos bons tempos. Quando automóvel era muito mais. E não importa qual o seu velho, Fusca, Fiat 147, Chevette, Corcel. Esses carros que fizeram as décadas de 1970 e 1980. Não os Opalas (apesar de toda minha admiração), ou Galaxie. Sempre serei um grande admirador dos grandes clássicos. Mas quando quero me divertir, é um carro velho mesmo que eu quero!

Abraços!!!