sábado, 15 de setembro de 2012

Loucuras da Bolsa de Valores

Olá galera, eu quero começar o texto dizendo que o trabalho com os alunos do Imaculada Conceição está sendo muito show! Falta apenas um tópico para fecharmos o programa e o desempenho da galerinha foi sensacional! Estou muito satisfeito por poder participar disso e estar, porque não dizer, realizando um sonho. Ministrar estas palestras é como escrever um post ao vivo e em debate. Show de bola!
Karmann Guia TC, inspirado nos Porsche da década de 1970!

Mas vamos lá, a semana começou com uma notícia que vai mexer com o bolso de muita gente. O governo anunciou corte nos impostos da energia elétrica. Luz 16% mais barata nas residências e 28% nas indústrias. Uma boa notícia, sem dúvida, levando e consideração que hoje em dia as casas estão saturadas de equipamentos elétricos. Apesar de muitos serem mais eficientes que os do passado, hoje em dia estes equipamentos permanecem muito mais tempo ligados. O mercado acionário reagiu rapidamente aos anúncios. As ações das companhias de distribuição de energia elétrica caíram, enquanto que as ações de diversas empresas, que serão beneficiadas com a redução, subiram rapidamente.

E falando em bolsa de valores, uma das regras fundamentais para quem tem interesse, ou gostaria de se arriscar no mercado acionário é: não confie muito nos seus próprios instintos. Não podemos esquecer que a bolsa de valores é formada por pessoas comuns. Muitos bem mais preparados do que nós, simples mortais, para perceber bons e maus momento de cada papel. Não se compra uma ação por gostar da empresa, por achar o nome legal ou por impulso. Se compra uma ação baseado no comportamento da mesma num determinado período a ser usado como referência, e no comportamento do mercado em que a empresa está inserido.

Exemplo rápido, uma das ações mais pops do mercado são as ações da Vale do Rio Doce, grande mineradora presente no mundo todo. No início de setembro as ações desta empresa estava sendo vendidas a 33 reais no mercado secundário. Lembrem-se, mercado secundário é o mercado de ações comum. O mercado primário é aquele em que as empresas lançam suas ações novas aos primeiros compradores. Enfim, a cotação da VALE3 era de aproximadamente 33 reais em 6 de setembro. As consultorias especializadas, diga-se Info Money e corretoras em geral, indicavam fortemente a compra destes papéis. Quem assim o fez, viu a cotação chegar aos 39 reais em 13/14 de setembro. Ou seja, num período inferior a 10 dias estas ações valorizaram cerca de 18%! Isso é nada menos do que 144x o rendimento atual da poupança, numa comparação atrelada ao rendimento por dia.
Não dá pra negar, o Corvette chamou atenção no camping de Floripa.

É lógico que as ações da Vale tem um teto, ou seja, essa valorização é momentânea, pode ser que suba ainda mais, como pode ser que despenque em breve. Mas a grande sacada neste caso é que as recomendações da corretora e dos analistas em geral estava correta. Já é um mercado de alto risco, portanto, não confie simplesmente na sua intuição. Aprenda a estudar o mercado e analisar qual a hora certa de comprar e vender.

Agora uma historinha engraçada sobre home broker. Home broker é um aplicativo que lhe mostra em tempo real as cotações, suas informações de capital, carteira, financeiro disponível, etc. Neste programa é possível mandar ordens de compra e venda das ações de sua escolha a qualquer preço e quantidade. E as ordens funcionam da seguinte forma, se há alguém enviando uma ordem de venda de quantidade e preço similar ao que você enviou de compra, a ordem é executada. Certo dia desses eu estava pensando em comprar as tais ações da Vale, e em outras situações já passei dias mandando ordens e as mesmas nunca eram executadas, por meus valores não baterem com os vendedores. Mas neste dia não, enviei a ordem e em menos de dois minutas ela já apareceu em verde, minha conta foi debitada e eu já era dono de "x" ações. Comecei a rir sozinho e nesta hora eu tive a certeza de que eu sou anormal. Como pode um cara se divertir com bolsa de valores? É mais fácil do que se imagina. Mas acredite, a linha entre rir e chorar é tão tênue que o conselho que eu deixo é muito simples. Ria de qualquer centavo que ganhar, mas antes de acostumar-se a perder dinheiro, venda suas ações ao menor sinal de desvalorização, ou então enterre-as. Foi o que fiz com umas ações que comprei em 2010 e hoje elas valem menos de 50% do que paguei na época. Vão ficar lá, eternamente talvez, pois não aquele dinheiro é quase fundo perdido e resgata-lo hoje não me ajudaria em nada.
Um pequena homenagem aos que passaram pela garagem, Gol 1990 e Gol 1981.

Bolsa de valores é isso, histórias de perdas e ganhos, histórias engraçadas e outras não mesmo. Mas a diversão paga-se pelo entendimento, capacidade de analisar, sabedoria conquistada. Não basta estudar, é só na prática que você descobre os riscos e prazeres de ser responsável por essas decisões. Ser louco, ser fora do normal. Com a dosagem correta é bem vindo.

É isso galera, post mais focado em bolsa de valores. O ensaio da semana é dedicado a algumas raridades que encontramos no dia a dia, rodando tranquilamente pelas ruas. E a banda da semana, é um tipo de rock mais descontraído, banda curitibana de sucesso relâmpago, no melhor do Ska!
Essa foi para fechar com a banda que eu coloquei na palestra e... ninguém conhecia! Bom, já deu pra perceber como a coisa foi descontraída!

Abraços!

sábado, 8 de setembro de 2012

Palestra de Finanças Pessoais

O post de hoje possui um assunto muito especial, ele é baseado no conteúdo de uma palestra que eu ministro, como voluntário, para adolescentes do terceiro ano do ensino médio. São assuntos de extrema importância, que muita gente que já passou dos 17 anos há algum tempo, talvez não tiveram a oportunidade de pensar desta maneira. Vamos lá então, falar sobre orçamento, investimento, crédito e seguro.
Não dá para resistir, meus clássicos juntos! Gol AP 1988 e Fusca 1500 1974.

Num primeiro momento parecem coisas simples, e eu não discordo dessa visão, pois são assuntos que tratamos com muita frequência aqui no blog, e não deixam de ser a base para uma vida financeira saudável. Aliás, o nome do programa é Finanças Pessoais, criado e difundido pela instituição Junior Achievement, cujo foco é o setor de educação com introdução ao mundo do empreendedorismo. Quem quiser visitar o site e saber mais sobre outros programas, é bastante interessante: www.japr.org.br .

Então vamos começar com orçamento. Conceito básico para qualquer pessoa que começa a ganhar seu próprio dinheiro e tem que tomar decisões baseadas no quanto têm e no quanto custam suas necessidades. Junto com uma independência financeira vem uma série de compromissos. É preciso decidir entre ir ao cinema ou juntar dinheiro para comprar um aparelho de dvd. É preciso decidir entre assumir as parcelas de um carro novo ou cuidar da manutenção do seu carro usado. E nesta é lógico que a primeira alternativa seria o carro novo. Mas lembre-se que junto vêm um custo maior de imposto e revisões, além dos custos básicos comuns a um automóvel de qualquer idade. E repito algo que eu sempre disse, para quem sabe cuidar de um usado eles sempre custam menos. Enfim, orçamento é a capacidade que a pessoa tem de gastar menos do que ganha. É saber decidir com base no quanto eu tenho e nunca com base no quanto eu quero que os outros pensem que eu tenho.

E uma das faces importantes de um orçamento nos leva ao nosso próximo tópico, talvez o mais importante na visão de um economista, que é o investimento. Investir é regra, é lei, é a condição primordial na vida de um cidadão que acha que possui sua independência financeira. O básico, que deveria ser seguido por qualquer um, é que de 15 a 30% da renda mensal de qualquer indivíduo deve ser separada para investimentos. Há alguns anos era inclusive um ótimo negócio, nos tempos de juro alto podia-se ganhar muito dinheiro ao deixar de lado alguns excessos. Hoje em dia a indicação é mais para constituição da reserva de segurança. Já cansei de falar aqui o quanto é importante ter uma poupança, ou seja, um fundo de reserva para situações de emergência. E não preciso justificar dando exemplos do que seriam momentos de crise. Basta usar a imaginação e ser um pouco pessimista para descobrir que é possível precisar. E além do mais, investimento serve para muitas outras coisas. Investimento serve para não pagar juros na hora de trocar de carro, serve para não se endividar, serve para poder aproveitar oportunidades, serve para ter uma vida estável, confortável e segura do ponto de vista financeiro. Investir bem pode fazer com que você pare de trabalhar tanto atrás do dinheiro e passe a ter o dinheiro trabalhando um pouco por você.
Super raridade, Belina 4x4 (inteira) flagrada em Curitiba!

Nosso próximo tópico é o crédito. Muitas vezes eu falei mal dessa ferramenta, que no fim das contas só quer agilizar um pouco a vida de quem não sabe, ou não tem condição de investir direito. A única diferença é que o crédito cobra você, ele lhe ajuda hoje mas irá lhe cobrar com juros num amanhã que chega tão rápido quanto aquela viagem que você parcelou em 36x. Hoje em dia mais ameno, o juro continua sendo o preço de um dinheiro que não é seu. Continua sendo motivo de muitas preocupações na vida de quem não sabe planejar, ou não preveniu uma crise que chegou sem avisar. Lógico que é possível conviver pacificamente com o crédito, todo mundo passa por situações que o querer, aliado a um pouco de ambição, faz com que paguemos pelo direito de "poder" comprar algo que não podemos. E isso nós vemos naquele celular bacana, naquela tv de led, ou até mesmo naquele carro zero. Não há nada de errado nisso, desde que você saiba que o custo de oportunidade de ter aquele bem muito antes do que você achou que poderia comprar, é o risco de não poder pagar num momento inesperado. Fora o aperto que o valor daquela parcela, que parecia tão pequena, pode provocar ao multiplica-la por 72x. Cautela, é a palavra que deveria vir a mente de qualquer um que pensa em crédito como a solução para um problema.

E por fim, fechando os tópicos de nossa palestra, o seguro. O seguro nada mais é do que a união de um grupo muito grande de pessoas, administradas por uma empresa, que pagam um valor que lhes garante a tranquilidade em situações de sinistro. Por ser provável que um incidente não ocorra com todas as pessoas, ao mesmo tempo, a união dos valores pagos por todos é suficiente para arcar com as despesas de alguns. Sempre menosprezei a figura do seguro, mas para quem já teve casa assaltada, carro acidentado ou simplesmente arrombado, hoje em dia não abro mão de pagar algo, que não resolve o trauma, mas ressarce o prejuízo. E hoje em dia a categoria de seguros é tão ampla que um pouco de dinheiro investido pode lhe garantir ao menos um impacto suportável em casos de emergência. Casa, carro, vida, saúde, estar seguro não impede que nenhum mal lhe aconteça, mas lhe permite dormir melhor e acordar mais disposto.
Outra dupla memorável, Uno 97 e Monza 92. Na dúvida, tenha dois carros!

Com isso fechamos os tópicos da palestra e só o que podemos dizer para complementar é que a decisão por ter uma vida mais tranquila, mais segura, mais previsível, está dentro de cada um. O dinheiro foi feito para prover nossas necessidades humanas, e quem as escolhe somos nós mesmos. Eu que decido se ter dois carros é uma necessidade minha. Eu escolho se viajar para outro país é uma necessidade cultural que preciso suprir. Eu que escolho se posso ou não arcar com as despesas de se ter um filho. E acredite, escolho mesmo. Se você quer você planeja e faz! Se você achar que não consegue já é um passo para a derrota.

E fechando o post, mais uma vez, rock para descontrair e a menção ao ensaio, provando que carro é uma arte e a personalidade estampada em cada acessório me diz mais, muito mais, do que qualquer nota fiscal onde o ano/modelo impresso é o vigente.
Mais uma porrada para dizer que a minha é Economia, Carros e Rock N' Roll!!!

Abraços!!!

sábado, 1 de setembro de 2012

À base de troca...

Funciona melhor se as relações pessoais, sociais, econômicas, políticas e quaisquer outras, sejam sob a forma de uma via de duas mãos. Quando podemos ofertar algo que é necessário e receber algo que nos falta, simples assim como seria fácil agradar a mais do que o simples hoje.
Um raríssimo De Tomaso Pantera!

Na economia o mundo funciona a trocas óbvias, produtos x dinheiro, tão claro como aquilo que vale mais custa mais? Nem sempre. A lei é que aquilo que é mais procurado custa mais. A máxima da oferta e da procura. As velhas regras da inflação, crédito, juros e outras que já estamos quase cansados.

Mas a verdade é que o tradicional se renova a cada dia, e aquilo que parecia só teoria volta à tona e temos que refazer inúmeros cálculos para descobrir tudo que já sabíamos. Que num mundo onde vale a lei da minha vantagem, nem sempre recebemos de volta tudo o que doamos, nem sempre o melhor é o mais caro, nem sempre o mais caro é o que vale mais. Para qualquer coisa que queira comprar, há uma série de decisões a serem tomadas. Se preciso disso, se posso pagar, se quero mais do que a outras coisas, se não terei que abrir mão de muito. A ilusão do cartão de crédito, a ilusão do próprio crédito, é arma carregada que colocam na tua mão, mas o gatilho quem puxa é você mesmo, somente se quiser. Não te preocupes, nem sempre esse crédito fere. Às vezes só arranha e se cura em suas 10 ou 12 parcelas. Mas, em horas que parece não ter mais opção, pode ser um caminho sem volta. Teu sono irá dizer por si só.
Hot Rod argentino no encontro internacional, AIC 2012.

Num desses dias estava conversando com alguns amigos e chegamos a algumas conclusões acerca das assistência de cartão de crédito. Sabe aquele cartão para ricos que tem socorro mecânico? Já pensaram que ricos normalmente andam com carros novos que raramente dão problemas? Ou seja, eu pago um pouco a mais para ter o tal cartão e a administradora fica tranquila sabendo que será difícil eu usar tal serviço.

E agora, falando um pouco sobre nossos juros, a selic caiu de novo, desta vez para 7,5% ao ano. O que isso implica? A poupança irá render ainda menos, junto com todas as aplicações em geral. Me parece que é um tempo de rever as regras de investimento. Para quem quer, e gosta de, ganhar dinheiro sem fazer muito, essa não é uma boa hora. O dinheiro "parado" nunca rendeu tão pouco em nosso país. A indicação é pura e simples para manutenção de reservas.

Pode parecer absurdo, por ir contra a maioria de minhas filosofias, mas é sim uma hora boa para compras. Não garanto que seja a hora de comprar um carro. E sabe por que não? Porque você não está preparado para os custos! Leve em conta o que escrevemos nos últimos posts e se a resposta for sim a todas as indagações anteriores, aí talvez você esteja apto a arcar com sua nova família chamada automóvel. Se não, a hora é boa para comprar um computador, uma televisão, pintar a casa. Investir em você de um jeito que não lhe traga compromissos maiores dos que o que você pode assumir.
Opala cupê 1984, ícone nacional com 2 portas e 6 cilindros.

A regra número um para assumir grandes bens, como um carro ou uma casa, é não reclamar de dinheiro. Nunca! Se você é daquelas pessoas que atrasam a conta de luz porque estão sem grana, se é daquelas pessoas que pede um troquinho aos amigos no bar para não ficar feio. Se você é daquelas pessoas que vende o ticket refeição para dar uma respirada. É lógico que você não pode pagar um carro! Não interessa se é em duzentas parcelas. Gasolina, ipva do ano seguinte, óleo, manutenção. Nada disso vem embutido no financiamento! Uma das coisas que costumo dizer sempre é, pense antes de fazer qualquer coisa.

Aliás, o ato de não reclamar de dinheiro é como um mantra que só traz coisas boas. Quando você para de resmungar e começa a se concentrar, é como se você canalizasse energias positivas que trazem mais para você. Pense com calma e com os pés no chão que o dinheiro nunca mais será motivo de dor de cabeça. Sua decisão mais difícil será escolher, de qual aplicação você irá resgatar, quando surgir aquele problema para pagar.

Mais um post rápido e simples, falando sobre a economia e as finanças pessoais. O ensaio da semana é mais uma coleção de boas fotos do mundo dos automóveis e para fechar com rock n' roll, mais um clássico dos anos 1980. Espero que gostem.


Uma ótima semana à todos, abraços e muito obrigado!

sábado, 25 de agosto de 2012

Crédito fácil, crédito podre...

Há uns dois meses que eu já avisava, essa onda de crédito fácil só pode chegar numa inadimplência absurda e num impacto no resultado semestral das instituições. O mês de agosto costuma ser o que os bancos divulgam seus resultados do primeiro semestre e os comparam com os do ano anterior. Apesar de ser apenas uma prévia e o segundo exercício costumar ter números melhores, certamente uma luz amarela está acessa em cima da mesa de muitos executivos. O fato é que a famosa provisão de devedores duvidosos cresceu assustadoramente e os bancos já apresentaram resultados ruins em decorrência disso.
Santa Matilde, o sonho da filha de um cara que fazia vagões de trem.

Por que o crédito fácil se torna podre? Maldita cultura de um povo que não sabe comprar. Não sabe pensar na forma correta de conquistar bens. Se o governo (ou os bancos) oferecem, o povo aceita mesmo que não precise. É muito comum encontrar pessoas que estejam precisando de um dinheirinho para resolver um imprevisto em sua casa, por exemplo, mas o que acontece quando esta pessoa vai ao banco pegar dois mil reais emprestado é que ela descobre que o banco lhe pré-aprovou seis mil. A reforma custa dois, nada mais do que isso, mas o banco lhe dá seis. É lógico que o burro vai pegar seis mil, usar materiais mais caros (nem sempre tão superiores assim) e ainda vai dar um churrasco pra gastar a sobra e mostrar pros amigos a nova churrasqueira! Essa é ou não a história de um imbecil? O mesmo que seis meses depois deixou de pagar o empréstimo, foi negativado no banco e está ferrado por causa da maldita cultura de um povo que não sabe comprar, que não sabe pensar.

Dica simples e rápida par qualquer pessoa que precisa de qualquer coisa e não tem qualquer dinheiro. Em primeiro lugar, pense se você precisa mesmo, e se a resposta for "hummm", já não compre. Se você precisar muito, opte pelo cartão de crédito sem juros. Se você não tem limite ou já está estourado, volte uma casa e... não compre! Mas se ainda assim você insistir em pegar um empréstimo no banco. Nunca, jamais, nunca mesmo, pegue mais do que você precisa. Cada centavo que sai do banco em forma de empréstimo será pago com juros, você lembra disso? É dívida! Não é um bônus por você ser um cliente legal.
Maverick, o top of mind quando o assunto é muscle nacional.

Isso me lembra um assunto muito interessante que já citei aqui alguma vezes. Objetivos de vida. Não estou falando sobre objetivos de início de ano do tipo "ser uma pessoa melhor", e muito menos dos compromissos do dia a dia, do tipo "ver aquele barulho estranho no motor do carro". É você que decide quais são seus reais objetivos, mas o que ajuda muito na hora de correr atrás deles é definir prazos para isso. Seu objetivo pode ser grande ou pequeno, pode ser a longo ou curto prazo, pode ser com urgência ou sem pressa. Mas é importante definir prazos para isso. Quero trocar de carro até o fim do ano. Quero comprar mais um carro até o fim do ano. Quero ter um carro antigo por hobby em até dois anos. Dê metas a si mesmo, procure fotos daquilo que você quer muito e mentalize a sua vida.

Vou contar uma história que me aconteceu há cerca de dez anos atrás. Eu era um piá, no primeiro ano de economia e vendo meus amigos com os carros dos pais, ou seus para os mais ricos, carros novos, carros legais, carros normais. E eu tinha meu chevettão socado e velho. Eu tinha um tipo de orgulho por ter comprado eu mesmo aquele carro, mas ao mesmo tempo eu tinha um certo sentimento de "cara, como meu carro é velho". Eu sabia que não podia comprar algo muito mais novo e sempre gostei de carros mais velhos. Um dia, fuçando pela net, vi a foto de um gol quadrado, prata, rebaixado. Juro, parei na foto e fiquei escutando música e olhando aquela foto, nem piscava, apenas mentalizava e curtia mentalmente aquele carro. Bom, o resto da história a maioria já sabe. Uma lenda no boa vista e região, o lugar de carro mais cool que eu já tive até hoje, o inesquecível, que só concorre em carisma com o clássico fusquinha laranja, meu gol quadrado tunado. Meu sonho era fácil? Meu sonho era barato? Meu sonho era palpável? Sim, era mesmo, mas era só o que eu queria, e quando eu estava desfilando pelas ruas e as crianças do ônibus batiam foto com o celular, era um bônus e tanto de ter tido personalidade e ter feito um bom trabalho na personalização.
Gol Chaleira, porque na arrancada você só precisa de leveza e um motor forjado!

A vida é assim, para alguns o objetivo pode até ser arranjar um namorado, uma garota, um marido, uma esposa. Mas quando você começa a se concentrar no que você precisa fazer e no que é cargo de uma força além de si, você começa a conquistar as coisas que precisa para ser feliz, e não as coisas que você acha que o farão feliz, ou pior, as coisas que dizem para você que o farão feliz.

Seja você, pense em você, foda-se o mundo à sua volta e as opiniões contrárias. Concentre-se em ser um bom você mesmo. O resto é consequência e virá. Na hora certa, naquele tempo que não é nosso, mas sim o tempo de acontecer. Enfim, quem sabe o que quer leva vantagem na hora de decidir o caminho que irá seguir.

O ensaio da semana trás fotos que eu até mentalizo, mas de um forma bem diferente daquela foto do gol quadrado, pois hoje o meu objetivo é, e só poderia ser assim, trabalhar, trabalhar e trabalhar. Para dar ao meu filho o que ele precisar para ser um bom, ele mesmo!

E para fechar com rock, sem muita frescura nas apresentações, Skid Row!!!
Essa música é um tapa na orelha daqueles que eu nem quero dizer o nome, mas que se acham donos da razão e se dizem os certinhos. Eu concordo com cada frase de Sebastian, e essa é a prova que eu queria pra poder dizer a eles... Eu não vou mudar, eu decido e sigo o que meu coração manda, do meu jeito!

Obrigado, muito obrigado!

sábado, 18 de agosto de 2012

Quanto custa manter...

Até acredito que o assunto é um pouco manjado, mas merece atenção. Certas pessoas tem entre seus sonhos, comprar uma casa, um carro, ter filhos. É tão fácil quanto parece? O que há por trás disso tudo? Quanto custa realmente ter e manter tudo isso? O Rápidas hoje fala sobre a manutenção de um padrão de vida.
Dodge Charger, clássico absoluto dos anos 1970!

É sonho de muitos adolescente e jovens ter um carro. Algo que, hoje em dia, parece estar até mais fácil do que há alguns anos atrás. Parcelas que cabem num orçamento que não é dos maiores, acessórios embutidos na parcela, e até mesmo ipva e licenciamento do primeiro ano estão sendo parcelados por algumas lojas. Mas pense comigo, imposto é algo que terá todo ano, ou seja, um imposto parcelado agora não faz com que você não precise paga-lo integralmente no ano que vêm. Muitas pessoas tem o péssimo hábito de entrar em financiamentos acreditando que a decisão o obrigará a correr atrás de uma melhora de vida. Pois na verdade muitos não tem condições de assumir todas as dívidas que fazem.

Um carro, exemplo clássico da diferença entre comprar e manter, é exatamente como ter uma segunda família. Antes gastava-se cinco reais por dia de ônibus e no fim de semana saia se tinha dinheiro. Agora, cada parada no posto é cinquenta reias, fim de semana é lavar o carro e sair mesmo sem ter programa, troca de óleo, ipva, licenciamento, seguro, acessórios. Enfim, o custo de manutenção de um automóvel pode com muita facilidade representar mais de 100% do custo inicial estimado para a parcela. Não é à toa que eu já falei umas mil vezes aqui, que carro zero é para quem pode, ou para quem se ilude. Não importa a taxa de juros mais baixa, não importa o mito de que não dá manutenção, carro, quanto mais novo mais caro na ponta do lápis. Provo por A + B para quem quiser, que eu gastei (e gasto) menos com meu carro 2001 do que qualquer um com um carro 2010, 11, 12. Isso sem entrar nos quesitos pessoais de, som, rodas, tamanho, perfil, estilo, motor, etc. Que só um carro usado pode lhe proporcionar sem que você se afunde em dívidas.
Limousine 300C, fotos do interior no facebook.

Mas tudo bem, vamos dizer que a sua nem é um carro, mas sim uma família, vocês querem ter um filho. Quem sou eu para falar sobre filhos se eu não tenho um? Isso é uma questão de tempo, cada dia menos tempo. De qualquer forma, uma coisa que aprendi no ciclo da evolução: moleque, piazão, começando a pôr a cabeça no lugar, casado, família. É que o planejamento está presente em todas essas etapas e que a realidade é um pouco mais cruel. Legal, você ganha quase dois mil reais por mês e sua mulher também. E aqui eu sempre vou falar de dinheiro, não importa os detalhes ou as outras inúmeras maneiras que passarão pela sua cabeça. Sabe quanto custa uma escola em período integral com algumas atividades que garantam uma boa educação e evolução para o seu herdeiro? Não acharás por menos de mil reais por mês. Isso representa mais de 25% da sua renda familiar bruta.

A própria manutenção de padrões simples, água, luz, telefone, internet, tv à cabo. Coisas que na juventude você era acostumado a não dar o mínimo valor, pois parecia tudo livre em tempo integral. No momento em que você casa e descobre o quanto custa cada uma dessas coisas. É até bonito de ver a forma como começamos a valorizar mais ainda nossos pais.
Kombi customizada, impecável, diesel anos 1980.

É bater na mesma tecla? Pode até ser. Mas a manutenção de um padrão de vida está intimamente ligada ao planejamento que você é capaz de fazer. Enxergue além do seu próprio dia a dia. Pense acima dos pequenos delírios de consumo. Vá mais fundo no mar da auto disciplina e descubra que se você quiser e souber planejar, você terá mais, e ainda mais, terá (quem sabe) para sempre.

Sei que às vezes dou uma "viajada" mas penso na economia familiar e no tema de finanças pessoais como um assunto muito sério e que deve ser tratado assim. Por isso escrevo, escrevo, escrevo, sem mesmo saber quantas pessoas em consigo atingir. E para meus mais íntimos amigos só posso dizer muito obrigado. Aliás, aquela questão de poupança, me faltou tempo para preparar algo bom, mas eu juro que assim que puder estará no blog o assunto sugerido!

Bom, é como sempre dizem, que uma imagem vale mais de mil palavras, portanto o ensaio da semana é ainda sobre os fenomenais automóveis, dignos de exposição, que pessoas apaixonadas conservam, investem e acabam merecendo mesmo é destaque!

E por fim, no vídeo da semana, uma lenda do rock n' roll, uma lenda viva, que lhe transporta para um mundo onde o Guns N' Roses era o carro chefe das bandas de hard rock do final dos anos 1980. Um lenda chamada Slash, ao vivo, em Curitiba, e eu estava ali em algum lugar com a minha esposa, simplesmete hipnotizado por estar tão perto da lenda...
E para quem não sabe, Slash se apresenta agora com uma banda formada por ótimos músicos, cantando músicas próprias e clássicos do Guns N' Roses, fazendo um mundo sonhar e pirar no melhor estilo rock n' roll que existe! Eu fui no show do lendário guitarrista do Guns N' Roses! Porque eu queria, eu sonhava, eu planejei e realizei. Assim como cada um de nós pode fazer com qualquer coisa na vida.

Muito obrigado!

sábado, 11 de agosto de 2012

Hora de consumir poupando!

Tenho percebido nas últimas semanas, que estamos vivendo uma fase interessante de nossa economia. Os juros baixaram, a demanda pelo crédito pessoal têm crescido nos bancos, o mercado de automóveis (termômetro natural das economias capitalistas), apesar de morno, têm atraído consumidores dentro de sua média histórica. Mas o que mais me causa admiração é que, mesmo com tudo isso, a poupança bate recorde de captação!
Galaxie socado no Curitiba Motor Show 2012!

Há uma razão muito simples para o aumento do número de brasileiros guardando dinheiro na poupança. Não significa que o mundo mudou e que a nação está repensando seus hábitos de consumo e resolvendo guardar dinheiro. Algumas pessoas podem até ter mudado seu modo de pensar e começaram sim a guardar um pouco mais, mas a grande verdade é que com a queda nos juros, toda e qualquer aplicação em renda fixa que cobre mais de 0,5% de taxa administrativa se tornou menos rentável do que a própria poupança. Ou seja, o que está acontecendo é apenas uma mudança de rumo geral. Pessoas que investiam em renda fixa passaram a investir na poupança, pois a ausência de taxas e a isenção de imposto de renda tornaram a nossa velha de guerra mais atraente. Simples assim.

E então o que dizer das pessoas emprestando dinheiro aos montes? Estão fazendo o que sempre fizeram. Há uma parcela da sociedade que é movida à empréstimos, mas não necessariamente à consumo. São pessoas que simplesmente não sabem como chegaram ao patamar de não pode pagar suas contas. Pessoas desorganizadas, impulsivas, mas que não valorizam suas próprias conquistas. Há quem diga que dinheiro é feito para gastar e que não se preocupam em ficar devendo. Mas de uma coisa pode-se ter certeza, o sono destes é no mínimo embalado por uma dose extra de preocupação. A vida é de cada um e as decisões sempre serão de cada um, mas eu sempre preferi a realidade de ser quem se é e ter o que se pode ter.

Recentemente foram noticiadas algumas ações contra a Caixa e outras instituições financeiras que baixaram os juros. O que alegam essas ações? São pessoas pedindo a revisão dos juros de seus contratos antigos para enquadra-los nas atuais taxas de mercado que são muito mais baixas. É lógico que muitas dessas pessoas ganharão, pois no Brasil as escolas de direito estão de parabéns pela forma como produziram seus advogados. Prefiro nem comentar sobre algumas coisas. Mas enfim, concordo totalmente com a Caixa, que em sua defesa afirma que as contratações de empréstimo no Brasil são à taxas fixas e não flutuantes. Agora me pergunto, se as taxas para empréstimos subissem, as pessoas iriam procurar a Caixa para dizer que deveriam pagar mais pelos seus empréstimos?
Fusca Herbie no encontro internacional de Hot Rods, AIC, 2012.

Será que as pessoas que fazem isso já ouviram falar em ética alguma vez na vida? Não sou dono da razão e nem quero ser, não sou perfeito e nem posso ser, mas numa coisa eu acredito fielmente. O que é certo é certo. É como aquela placa que diz que a sua faixa é obrigada a virar para a direita e você, no auge de sua imensa esperteza, corta todos os carros e segue em frente. Sei que pode não acontecer nada, mas o que é certo é certo. Ou pelo menos deveria ser, eu acho.

Deixando um pouco de lado as questões financeiras e falando sobre a parte automotiva. Há uma série de mudanças acontecendo em minha vida, nem mesmo sei se poderei cumprir com todas as metas que tracei no âmbito do antigomobilismo. Mas uma coisa é certa, e o ensaio da semana fala por si só, estou cada vez mais empolgado para investir pesado em carros de novo. Lógico que hoje eu tenho outras regras, e a primeira delas é que em hipótese alguma eu irei comprometer a estabilidade financeira da minha família. Portanto, pode ser que demore um pouco, mas a decisão existe, já foi validada e só depende de mim. Outra dúvida, antigo original, customizado, fora de linha equipado ou importado tuning? Qual será a pedida que mais se encaixará? Não tenho pressa, tampouco mentalidade infantil para me deixar levar por opiniões alheias, só o que eu sei é que quando se espera pacientemente a sua própria vitória, nenhuma inveja atinge ou desagasta aquilo que você conquistou.
Clássica Chevrolet Pick Up C10 dos anos 1970.

E como eu sou tipo um louco por listas, mas às vezes me canso daquelas que tomam muito espaço. Como no post passado, mas agora aplicado aos carros. Quero deixar aqui a minha (não é bem minha) lista dos carros populares que superaram as expectativas e viraram clássicos, febre, mitos e até mesmo celebridades no mundo dos carros. Em 5º lugar o Citroen 2cv, o popular francês, digno de sem lembrado por ter feito parte da história da automatização daquele país; em 4º lugar o Fiat 500, que recentemente foi reeditado como premium, mas também fez a história dos populares italianos; em 3º lugar o clássico britânico, que dispensa comentário e também figura entre os alta classe hoje, o Mini; a segunda posição vai para o carro mais amado da história, o meu preferido, o meu primeiro e inesquecível clássico, o indescritível... Fusca! Perai, mas por que tanto estardalhaço assim para o segundo lugar? Quem é o primeiro. Sou empolgado sim, mas de carro eu entendo, e não há nada na história automotiva que se assemelhe ao que este carro fez, a reinvenção dos carros. Nenhum de nós teria condições de comprar um automóvel hoje se não fosse por ele, o primeiro lugar só pode ser e sempre será, o Ford T. Não me interessa que nem todos entendam, mas a minha monografia de conclusão do curso de bacharelado em ciências econômicas foi sobre este carro.

Gostei das listas dispostas em parágrafos, apesar de mais visuais eu nunca fui muito com a cara daqueles pontinhos e tracinhos. E é por isso que antes de terminar com mais um lista, a tradicional de bandas, eu quero deixar uma dica de cerveja forte. Acho que vou mudar o slogan do blog para Economia, Carros, Rock N' Roll e Cerveja! Pois a entrada nesse mundo me fez lembrar que eu sou do tipo que não basta gostar. Tem que entender, experimentar, compartilhar e divulgar. Por isso a dica, Darguner Branerei, 8,5% de graduação, sabor bem acentuado e que deve ser tomada (como toda cerveja especial) em quantidade muito mais moderada que esses chás de malte que tem por aí, para garantir a completa degustação.

Por fim, mas não menos importante, o rock, é claro! O post da semana foi escrito embalado pelo black metal, ou death metal, sei lá. Só sei que na minha opinião metal é metal, os subgêneros são as próprias bandas. Não há como comparar a sonoridade e o estilo instrumental de uma Black Sabbath a um AC/DC, e tudo é rock. Metallica é metal, Iron Maiden é metal, mas as duas bandas, além de qualquer bobeira, convivem no olimpo de quem é fã da música pesada. Música com personalidade, sem querer agradar ninguém agrada a todos. E por isso mesmo que eu digo que Pantera e Megadeth são representantes quase que paralelos da sombra dos imensos citados antes, mas que são Metal puro e capaz de destruir e fazer vibrar qualquer bom fã de música!
É justamente por isso que eu fecho esta semana com o ex-guitarrista (praticamente expulso) do Metallica, que se reergueu e conseguiu ótimos sucessos na obscuridade, para mim tão clara como a luz do sol, do Metal!

Abraços e muito, mas muito obrigado!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Ação, Cotação e Reação.

Sempre gostei de comparar a vida ao ambiente corporativo. A vida financeira de uma pessoa é exatamente como a vida financeira de uma empresa, a grande diferença é que na sua vida você está sozinho e é 100% responsável pelo que quer e como vai conseguir.

Se pensarmos bem, podemos comparar a palavra ação (a menor parte de uma empresa, que é negociada na bolsa de valores), com as ações da nossa vida. Nossa decisões, nossas atitudes, nossas preferências e particularidades.

O que leva uma empresa a abrir seu capital e entrar no mercado de ações? Na maioria das vezes é porque essa empresa está indo bem e quer dar um salto; emitindo ações, arrecadando investimentos e crescendo como empresa. Uma pessoa não é diferente disso, um profissional que está pronto para crescer precisa saber vender suas ideias, seus projetos, suas... ações. Com isso irá ganhar visibilidade, confiança e sua carreira irá a outro patamar.

O que leva uma pessoa a querer comprar ações de uma empresa? Normalmente é uma empresa que está se destacando no mercado, seja por produtos inovadores ou por uma postura que agrada um determinado setor, postura solidária por exemplo. Nós, simples mortais, também vivemos isso. As atitudes de uma pessoa mostram para o mundo a sua volta se essa pessoa é confiável e vale a aposta. Sim, pois seja no mercado de ações ou na vida real, fazer escolhas é uma aposta. Umas mais seguras e outra menos, mas todas são apostas.

O que leva uma empresa a perder valor? Muitas vezes uma decisão mal tomada, ou uma queda na qualidade; isso faz com que as pessoas até vendam suas ações, queiram se desfazer. Com as pessoas acontece a mesma coisa. Às vezes fazemos algo de que não nos orgulhamos, e somos obrigados a arcar com as consequências. Por mais clichê que pareça, uma vida inteira de boas ações corre total risco diante de uma única atitude mal vista por muitos.

Há algumas outras boas formas de comparar. Por exemplo, a fusão de duas empresas com o casamento. Em ambos os casos cria-se uma nova instituição que passa a responder sempre pelo coletivo, não há mais eu ou ela, há sempre o casal e todas as decisões devem ser tomadas nesta perspectiva.

Diga-me com quem andas que te direis quem é. Empresas que se associam a outras que não possuem boa fama passam a gerar desconfiança. Pessoas que se relacionam com indivíduos não confiáveis, tendem a gerar suspeita por parte do grupo que os observa.

O mercado de ações reage a cada lance, assim como cada ação individual tem um peso, uma cotação.

No ensaio da semana, clássicos sem valor de mercado, belas imagens para quem gosta de carros!

No top list, resolvi fazer algo diferente, para quem não tem tanta intimidade com o bom rock n' roll, ai vai uma dica de um cara que não é notadamente Rock! Mas tem algumas músicas muito boas e é capaz de entreter bem as pessoas que querem se inteirar pelo assunto.

Cake: 1 - I Will Survive; 2 - Never There; 3 - Comfort Eagle; 4 - Short Skirt; 5 - Arco Arena.

Uma das versões mais estilosas de "I Will Survive".

Muito obrigado e um grande abraço!