terça-feira, 9 de setembro de 2014

Eu não sou normal, nem aqui nem na China!

São tantos momentos que passam no dia a dia, que fazem a gente refletir, sobre como nos comportarmos diante de tais situações, sobre como reagirmos diante daquilo que não concordamos. De uma coisa eu sei, tenho me controlado muito, e acho que estou conseguindo, para não dizer tudo que penso em redes sociais. É triste que nos comentários de cada status de um facebook da vida você ache tantos comentários maldosos, tantas indiretas, tantas bobeiras de gente que não faz a mínima ideia dos reais motivos de alguém postar alguém que nem todo mundo concorde. Enfim, a melhor coisa para fazermos com muitas das nossas opiniões e guarda-las.


Mas falando da China. Um país interessante. Você sabia que nos idos de 1800 a China era a grande potência mundial? Pois é, o que estamos começando a ver agora não é uma novidade, e sim uma retomada do poder. Em 19830, 30% do PIB mundial era responsabilidade chinesa. Esse cenário só começou a mudar com a revolução industrial, que migrou o poder para Europa e EUA já no fim do século XIX.

No entanto, nem tudo são flores. A mesma China que cresce 8% ao ano, enquanto o Brasil está lutando para chegar nos 0,45% esse ano. Aliás, não quero falar de Brasil, assim como não quero ficar dando patadas no Face, já não há motivos para falarmos de política interna. Talvez a crise esteja longe de ser como a Argentina, mas nossa economia vai mal das pernas e sem perspectiva de melhora significativa pelos próximos anos. Eu sei o que eu não quero, mas está difícil decidir o que seria melhor para nós. Enfim, a China. Que cresce 8% ao ano, é a mesma China de uma desigualdade social gritante, pior que a nossa! De uma poluição em níveis alarmantes, piores que o nossos! De uma vigilância sanitária deficitária e um sistema educacional entre os piores possíveis. Sim, é a mesma China que cresce 8% ao ano... Nem tudo são flores, que eu gostaria de traduzir como, nem tudo é dinheiro.


E é aí que eu passo a falar de mim. Como economista, bancário e quase professor, estou em constante movimento no meio das mais diversas pessoas, das mais diversas classes sociais, dos mais diversos ramos de atividade. Dos assalariados aos empresários, dos vagabundos aos desempregados, dos que ralam muito pra ganhar pouco aos que pouco fazem para já ter muito. Mas uma coisa eu posso dizer com segurança. Pobres são mais felizes! É verdade, não digo que os problemas financeiros não tirem o sono de quem tem pouco, mas a questão é que eles tiram muto mais de quem acha ter muito. Pessoas que se acham ricas normalmente estão fodidas. Me perdoe o palavreado, mas é bem por aí. O nível de endividamento e inadimplência é maior entre quem ganha mais. É óbvio que um dos motivos é pelo fato de terem mais crédito, mas isso só prova o quanto não sabem usar.

Eu não preciso de muito dinheiro, graças a Deus. Como já dizia Falcão (do Rappa, não aquele do "i not dog no"). Tudo bem que para alguns eu posso estar rindo em cima de uma pilha de dinheiro, mas a verdade é que em algumas faces do mundo que eu vivo eu continuo sendo dos mais pobres. E é engraçado como as pessoas querem julgar. Elas não conseguem deixar de julgar. Quando digo que tenho três carros, uns me chamam de rico e outros dizem, com ódio no olhar, que se eu vender os três não consigo comprar um carro zero. Eu sei disso, e tenho muito orgulho! Orgulho de não ter pago uma fortuna num carro que só manteve aquele valor até entregarem a chave na mão do dono.


Quais são os conceitos mais importantes para pessoas ditas normais? Status! Ter o melhor, parecer ser melhor, carro do ano, último modelo, imagem é tudo. E os meus? Adoro carros, mas gosto muito mais do meu dinheiro. Dinheiro conquistado com muito esforço para entregar tudo a uma concessionária. Prefiro ir assim, garimpo um aqui, outro ali. Outros carros simplesmente vêm a me escolher, e assim a vida vai. Sou pobre? Não, eu sei que não. Mas dou valor a cada centavo.

E pra fechar com Rock, Van Halen pra vocês. Pode parecer bobo da minha parte, mas eu acredito que existem músicas tão boas que merecem uma pausa para contemplação. São 6 minutos desligados do resto do mundo para se dedicar ao bom e velho Rock N' Roll, esse é o espírito do Rápidas. Economia, Carros e...


Abraços e muito obrigado!

sábado, 9 de agosto de 2014

A história do menino que queria vender carros.


A foto acima é um dos poucos registros que tenho dos primeiros carros da família. Justamente no dia da troca, vai o Golzinho Chaleira 1981 e vêm o Gol GL AP 1990. Observe pelos carros na foto que o mercado de usados da época era recheado desses carros velhinhos. Um Passat ao fundo, Ipanema, Fiorino e até um Santana. Esses carros foram da minha irmã, o mais velhinho eu não tive idade, mas o AP foi o primeiro carro que eu dirigi de fato!

E é sobre isso que fala o post de hoje, é a história de um menino que começou simulando que dirigia num Gol chaleira e que hoje têm orgulho de dizer que já conseguiu um espaço nesse mercado. Sou um vendedor? Sou dono de loja? Não. Mas numa trajetória de 12 carros em 12 anos, todos à vista e sem comprometer minha renda com parcelamentos absurdos, eu me considero sim um vencedor. Lembrando que são carros baratos, carros simples, que qualquer um pode ter, sem dívidas, sem aperto, e o que pode decepcionar alguns, sem ostentação.

Então vamos lá, tudo começou com um Chevette 1983 de 2 mil reais. Sim, 2 mil! Naquele tempo dava pra achar um carro que andasse por esse preço. Ótimo primeiro carro para um piá de 18/19 anos, rebaixado, isulfilm, me levava onde eu queria ir, a menos que ele estivesse na oficina, o que acontecia todo mês! E esse foi o motivo pelo qual ele durou pouco. E depois disso veio aquele que ocupa até hoje um lugar de destaque no meu hall dos carros, um Gol GL AP 1988. Gol quadrado, não há nada igual, você não pode dizer que entende de carros se não dirigiu pelo menos um entre três ícones da indústria nacional, e são eles, o Gol Quadrado, o Fusca e, é claro, o Opala. Eu já conduzi os três, aliás o "meu" Opala era uma coisa de outro mundo, mas isso é outro assunto.

Enfim, continuando, depois do Gol vieram um Fusca 1974, um Uno 1991 e um Monza 1993. Andei pra trás ali no Fusca? Não, é que na época o Gol precisava de uns reparos e como eu tenho medo de moto comprei um Fusca mesmo, por 3,8 mil. O Uno na verdade era da minha namorada, mas como ele ainda era nosso quando nos casamos eu incluo na lista, sem contar o fato de que eu ajudei a escolher quando ela comprou e eu que cuidava da manutenção dele, foi nosso primeiro carro que deu lucro na venda. O Monza, por vários fatores, foi o carro que ficou mais tempo conosco, mais de 5 anos. Mas eu sempre digo, se durou tanto tempo assim é porque tinha qualidades para isso.


A foto acima também é tirada do fundo do baú, minha irmã já tinha um Gol bola e eu no meu Chevette. Observe uma manchinha preta de boca aberta entre os carros, era minha cachorrinha Lala.

Continuando a história. Depois de algum tempo sem mexer com carros foi a hora de voltar a comprar, agora um Uno 1997, lindo carro, estado de novo, completinho (com o que tinha pra ele na época). Meu primeiro 4 portas, grandes histórias, alguma manutenção, uns problemas que eu nunca descobri o que era, que faziam o carro perder potência e o acelerador não responder, depois de um tempo voltava ao normal. Depois da venda do Monza, que foi para uma loja nessa época, era a hora de troca o Uno por um carro de verdade, a escolha foi por uma Palio Weekend 2001. Meu primeiro carro acima dos anos 2000, minha primeira perua, o primeiro com direção hidráulica, acho que foi o melhor carro que tive até hoje, sem comentários, mecanicamente, internamente, esteticamente, não tinha defeitos.

Mas havia um problema. Eu só tinha um carro naquele momento, e eu não gosto disso. Então foi a hora de recomeçar, e só havia um carro na minha lista. Não era o Chevette, também não era o Gol, mas sim o Fusca. O carro mais simpático já produzido, carro que divide com o Opala o título de mais amado da história dos carros no Brasil. Escolhi um Fafa 1981 com rodas de liga leve aro 15. Clássico, chamava atenção, era um autêntico Fusca, até nos defeitos, no inverno ventava mais dentro do que fora e foi justo no ano em que nevou de novo em Curitiba.

A Palio era tão linda que vendeu rapidinho, na verdade uma troca, um louco me trouxe um Clio 2008 de Ponta Grossa e disse que tinha certeza que eu ia gostar do carro, ele tinha razão, também, carro novinho, vermelho, 50 mil km no hodômetro, não dava pra resistir. Estamos com ele até hoje, aliás está à venda, informações via e-mail! Mas e o Fusca? Também vendi, fui achar um Voyage GL 1.6 AP 1988 lá no Uberaba. Olha, o carro até que era bom, mas me deu muito problema de mecânica, só foi menos pra oficina que o Chevette porque ficou bem menos na minha mão. Acontece, negócios são negócios.


A imagem acima reflete o cenário atual, o Clio, aqui no canto uma Seat Cordoba Vario, carro incrível, apesar de ser ano 2000 é muito mais moderna que muito carro atual. Essa perua é a realização de um sonho, um carro importado e completíssimo, motor 1.6 SR, o mesmo que equipou os primeiros Golf e Audi A3 nacionais, a minha aposta, depois do Monza, num carro fora do comum, um não popular, satisfação total. Manutenção cara? Sim, e isso não agrada muito, mas é um carro de pouca coisa pra fazer e que compensa pela qualidade de construção, é basicamente um Volkswagen em roupa de gala! E o que aquele Fox está fazendo ali? Eu precisava de um carrinho pro dia a dia, pra ir trabalhar. 2004 com 58 mil km. Uma jóia, absolutamente impecável. Os três estão à venda porque três já é demais, no entanto eu preciso aumentar minha lista, minhas histórias, e o dia que der pra aumentar um pouco o saldo da conta bancária é melhor ainda.

E pra fechar, aí vão algumas dicas que aprendi com o tempo, do que olhar ao comprar um carro usado.

- Ligue o motor e dê umas boas aceleradas, se sair fumaça esqueça, o carro não está 100%.
- Escute bem o barulho do motor, carro bom não faz nenhum barulho "estranho" no motor.
- Dê uma boa olhada na lataria e pintura, riscos e pequenos amassados passam, pintura queimada nunca.
- No interior o importante é a condição dos bancos, sem rasgos e é preciso sentir a firmeza da espuma.
- Se o carro tem acessórios, teste todos, vidros, travas, alarme, ar condicionado, farol de milha.
- Ao dar uma volta procure ouvir eventuais barulhos de suspensão e sinta a firmeza do conjunto.
- Tudo têm seu preço, é possível vender um carro ruim? Sim, mas pelo que for justo.
- Na hora de comprar sempre peça desconto, no mínimo 500 reais o dono já espera ceder.
- Existe o carro certo pra cada estilo de motorista e para o que se pretende usar o carro.
- Não adianta comprar um Vectra CD 2.2 pra usar no dia a dia se você quer gastar pouco.
- Carros fora do comum têm particularidades, não está disposto? Compre um popular.

Que me desculpem os leitores mais tradicionais, pois o clipe de hoje não é de Rock, mas num post dedicado aos carros eu não poderia deixar de fazer menção à minha franquia preferida. Sem falar que quem, assim como eu, gosta de um som de carro potente, módulo de 2500w e sub de 12 polegadas, sabe que essas músicas vão muito bem de vez em quando!


Aquele abraço!

segunda-feira, 21 de julho de 2014

As Classes Sociais no Brasil

A minha pretensão hoje é ser Rápido e objetivo. Temos Economia, Carros e um pouco de Rock N' Roll também. Então vamos lá falar sobre classificação e dinheiro.


Segundo os órgãos competentes, levando em consideração apenas o fator renda, podemos definir a divisão de classes sociais da seguinte forma:

Classe A - Renda mensal acima de 17 mil reais.
Classe B - Renda mensal entre 9 e 17 mil.
Classe C - Renda mensal entre 4 e 9 mil.
Classe D - Renda mensal entre 2 e 4 mil.
Classe E - Renda mensal entre 1 e 2 mil
Classe F - Renda mensal abaixo de 1 mil reais.

Qual tal falar agora sobre o perfil dessas pessoas? Bom começando pela Classe A, estes caras realmente estão bem na foto, podem ter praticamente tudo, aliás eles têm mesmo muita coisa, de superesportivos a iates e castelos. O problema é serem alvo contante de depressão, ameaças e correm risco até dentro da própria família. Já o nosso Classe B tem a carteira menos recheada mas não parece. São os que mais querem aparecer e dizer que são ricos. São aqueles que pouco importa a situação do país, eles não dependem muito da política, salvo os que vivem de licitação pública. Mas os inteligentes não estão nem aí , pois sabem que estão à margem dos problemas.


As classes C e D só se ferram, em âmbitos diferentes, mas estão sempre endividados. Enquanto os de cima estão pagando 5 mil de parcela de empréstimos, ou de baixo pagam mais de mil de parcela de carro. Procure pessoas dessas duas classes e você raramente os verá dizer que estão tranquilos. Sempre têm uma dívida ou estão passando aperto. Apesar de ganharem muito bem, o país para eles sempre vai mal.

Classe E e F, esses são a massa, os sofredores, aqueles que suam mesmo pra conseguir as coisas. Uns querem parecer sempre melhores que outros, mas é por complexo de inferioridade. Ganham mal para os padrões de consumo atual. E com a propaganda fica mais difícil ainda, pois as facilidades de crédito são um convite à forca.

Lembre-se, essa classificação abrange renda familiar. Não é porque você é estagiário e ganha 900 reais que você é um Classe F. Se você faz faculdade paga, provavelmente você é de D pra cima. Outra coisa é que os esteriótipos são retrato de uma maioria, da qual formei minha opinião à base de muita observação. Lógico que há ricos endividados, classe média de bem com a vida e classe baixa que não está ligando para o que acontece no país. Mas se há uma média geral, acredito que está próximo do que escrevi.


Agora para falar de carro um pouco. Você conhecem o Renault Logan? A maioria deve dizer que sim. Mas a história que contarei agora pode ser novidade para muitos.

O Logan é um projeto de uma subsidiária da Renault, a romena Dacia. Ele é um carro rústico, barato, feito para mercados emergentes do leste europeu. Em 2007/2008 a Renault quis trazê-lo para o Brasil e fez uma pesquisa para saber quanto as pessoas pagariam pelo carro. Como resultado a marca descobriu que as pessoas pagariam cerca de 25 mil na época. O mais absurdo é que a estratégia da fábrica era fazer o carro mais barato do Brasil e vende-lo a coisa de 18 mil! Por fim, a Renault deixou mesmo o preço mais alto.

O Sandero, carro de mesma plataforma, foi totalmente modificado e já lançado como um carro superior ao Clio (no início não era essa a ideia). E a prova de tudo que digo é simples, hoje a Renault lançou a 2ª geração de ambos os automóveis, muito mais sofisticados e agora sim, o Sandero é o Logan na versão hatch.

Comprove o que eu digo no ensaio da semana.

E pra fechar, um pouco de Rock N' Roll, nas versões mais lights de Guns N' Roses!


Valeu galera!!!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Arrogância x Ignorância!

Depois de mais um período de maré mansa eu estou voltando a escrever para falar sobre vocês! Não vocês meus leitores de longos anos de Rápidas, mas vocês estúpidos que se acham melhores que os outros e acham que sua opinião deve ser respeitada mais do que a verdade suprema. Vocês que raramente, ou nunca, leram o Rápidas e que no fim das contas não são meu público alvo. Mas vamos lá!


Em primeiro lugar, amigos, não havia, não há e não haverá nada a se fazer contra a Copa, quem bateu o pé dizendo que era contra que me desculpe, mas desde o início dos tempos a coisa já estava certa. E não é que eu ache que o Brasil não precisa de escolas, hospitais e afins. É que eu sei que o Brasil tem dinheiro pra tudo isso e mais a Copa. Então por que não faz o resto? Por causa da corrupção! Nossa, que novidade! Não, não é mesmo, mas é a verdade.

E só pra você saber, eu fui atrás da informação sim, e descobri que na última Copa a coisa foi exatamente igual. E na anterior, apesar de mais comedida, também! Seja Copa ou Olimpíadas, há sempre quem se sinta "prejudicado" e saia nas ruas para protestar. Muito bem, é direito de vocês, quem sabe com a mídia do evento aja alguma chance de pegar carona e ter, pelo menos, sua causa mais ouvida. Seja feliz se assim conseguir, estou torcendo pra você! Mas infelizmente algumas pessoas são movidas pelo sentimento de "coitadismo". Se solucionarem seus problemas elas morrem!


Agora falar em protestar e queimar lixo nas esquinas, queimar pneus, pichar ônibus e dar voadora em porta de agência bancária? Além de atitudes de vandalismo que devem ser contidas com extremo rigor pelas autoridades, ainda é atitude digna de piás de merda! Um bando de adolescentes ignorantes que têm entre 16 e 17 anos, que se aproveitam da sua menor idade achando que podem fazer. Molecada que não sabe o que é política, molecada que nasceu de 97 pra cá e não conhece a história do próprio país! Qualquer um que tenha passado pela ditadura, pelos anos 1980, pela super inflação, por Collor, seja de direita ou esquerda, seja PT ou PSDB, não importa a ideologia política, qualquer um mais velho ao ver essa molecada "protestando" tem a vontade de dar um belo de um cala boca nessas crianças que não sabem o que estão fazendo ali!

Foda-se se você vai votar na Dilma ou no Aécio, ou quem sabe até no Campos, não me interessa o que você acha que sabe ou não, eu sei em quem eu vou votar e vamos esperar pra ver. Não se trata de uma briga entre modos de pensar, se trata de uma reprovação a vocês idiotas, vocês que acham que sabem mas não têm a mínima noção do que pode ser necessidade, exclusão ou dificuldade.

E digo mais, 70% das situações são provocadas pelas suas próprias decisões! Não me venha botar a culpa nos outros, e não interessa em quem, quando a sua vida depende apenas e unicamente de você! Ao invés de postar Fora isso ou aquilo, ao invés de dizer que não vi ter Copa, por que você não vai trabalhar? Eu não concordo com a desmoralização do ensino superior no nosso país, mas tenho que admitir que só fica sem estudar quem quer.


E quem quer, meu amigo, vai à luta, estuda, se dedica, se esforça de verdade e consegue! Pode não conseguir ser rei num mundo onde já não está fácil garantir seu pão. Mas que consegue o seu espaço, isso consegue!

Eu sei que 90% dos meus leitores estão no outro grupo. No de pessoas que sabem o que querem, fazem o que precisam e também são contra os arrogantes e ignorantes, mas se você conhece alguém que deveria ler isso, compartilha aí!

Valeu galera.

E no vídeo da semana, a reedição de um clássico dos Engenheiros, mas que sempre merece ser lembrado, que faz todo sentido quando você descobre quem no dia a dia há tanta gente burra te cercando. Às vezes eu que me sinto o otário...


As fotos são só para descontrair, para dar um pouco de beleza e dar a certeza de que eu não preciso ter pra me sentir bem, um bom entusiasta sabe o que significa! Posso andar de Fusca, mas meu espírito se sentirá dirigindo uma Ferrari! E digo mais, qualquer dia desses, quando eu pilotar uma dessas, sei que nunca esquecerei do meu Fusca.

Abraços!

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Como usar bem um Banco!

A inspiração é algo tão relativo. Havia um tempo em que ela estava presente o tempo todo, então bastava escolher o assunto e digitar. Hoje em dia ela precisa vir no momento em que eu posso escrever, mas de qualquer forma, a gente mantém do jeito que dá. E o assunto de hoje é uma série de dicas sobre como utilizar bem um banco e seus diversos produtos.


Conta corrente, conta salário, conta poupança. Antigamente até houve um tempo em que era tudo diferente, mas hoje em dia é a mesma coisa. Você só lembra que tem quando alguma dá problema. Se você trabalha e recebe em algum banco, você tem uma conta salário; se você tem uma sobra e quer poupar, você pode ativar sua conta poupança a qualquer momento e não há custo nenhum pra isso. E a conta corrente é aquela em que você faz compras no débito e faz os saques quando precisa. A questão é que as três são vinculadas e você nem precisa se preocupar.

Limite de cheque especial. O limite da conta é um empréstimo, por mais que você não ache isso, é sim! É um dinheiro que fica ali aguardando o fim do mês, quando você precisa de um extra, aí ele vai lá e te salva. Mas cobra bem caro por isso. O problema é que tem gente que acha que ganhou um aumento quando o vê na conta, e gasta desde o dia que recebeu o salário, aí a brincadeira é bem mais cara do que parece.

Aumentar o limite do cartão de crédito não significa que você ganha mais! Tem gente que se revolta porque o seu limite de compras no crédito é baixo, mas vamos pensar um pouco, se o limite é baixo tem um motivo não? Banco gosta de emprestar, há menos que ele saiba que não vai receber. Se o seu limite é baixo é porque o banco sabe que você não tem tantas condições de pagar. E lembre-se, pagou uma vez o mínimo do cartão é um convite a entrar numa bola de neve.


Cheque pré-datado não existe! Essa é velha, mas vale a pena relembrar, o cheque é uma ordem de pagamento à vista, foi invenção da nossa criativa economia essa história de "bom para". Se fosse bom não descontava, cheque pode ser depositado a qualquer momento e descontado a qualquer hora, basta estar preenchido na mão de alguém. Portanto, deu um cheque é igual a pagou em dinheiro, não importa o que foi combinado.

Empréstimo é para emergências! Eu juro, eu vi, ninguém me disse, pessoas emprestando dinheiro para deixar a poupança! Sim, pessoas sem muita instrução acham que o banco está lhe dando dinheiro e que isso deve ser aproveitado. Pois bem, a não ser que você já esteja ferrado, o banco sempre irá querer lhe dar dinheiro. Ou seja, se um dia você precisar mesmo, procure as instituições e escolha onde o juro for menor. E isso vale para o limite do cheque especial, nunca o use para "investir" em poupança ou fundos. Um dinheiro que não é seu, não é seu!


Bom, acho que deu para se ter uma ideia, espero que essas dicas simples e objetivas ajudem alguém a pensar mais antes de achar que o banco é bonzinho demais ou que devem temê-lo. Banco é só uma empresa que vende dinheiro, assim como um posto vende combustíveis. Há uma lojinha no posto que vende um monte de coisas. No banco há um monte de produtos extras, mas o lucro vêm mesmo é do dinheiro.

E o vídeo de hoje é uma das poucas reuniões póstumas do Led Zeppelin, a melhor banda de Rock de toda a história!


O ensaio é uma homenagem ao 13º Mestang Meeting, encontro anual de Mustangs. Este ano o evendo celebrou os 50 anos de produção do clássico! E mais fotos para fechar! Abraços e muito obrigado!






sexta-feira, 25 de abril de 2014

Aquele sobre dinheiro, imprudência e informações.

Pois é galera, eu admito que ando meio afastado do blog ultimamente, do que eram quase religiosos posts semanais, acabaram se tornando eventuais posts mensais. Mas isso tudo tem um porquê, afinal de contas tudo tem uma explicação. Nos últimos meses passei por muitas mudanças de rotina, de emprego, de horários, de ritmo de vida, e com essas mudanças surgem também as priorizações, em decorrência disso me sobra menos tempo e inspiração. E falando em inspiração, a nossa vida é assim, feita de ciclos, também não adianta inventar assuntos que não são interessantes só para manter os acessos. Eu acredito que o Rápidas em um conteúdo permanente muito vasto, capaz de interessar a muitas pessoas que ainda não o conhecem. Mas hoje é dia de post novo mesmo, então vamos lá!


A primeira parte do escrito de hoje se dedica a uma experiência real que estou vivenciando, referente às diferenças e igualdades comportamentais de ambientes onde, as pessoas tem grandes diferenças salariais, dos que as pessoas tem pouca ou quase nenhuma diferença. Em primeiro lugar, é importante lembrar que aparência nunca serviu pra provar nada. Não importa a empresa, os cargos, os níveis, sempre haverão pessoas endividadas que fazem de tudo para aparecer perante os outros. Principalmente quando o assunto é carro, pois o carro é um dos maiores, e mais fáceis de exibir, símbolos de status da atualidade.

Mas falemos das diferenças de ambientes então. O que eu pude perceber nos últimos tempos é que, nos ambientes em que há grandes diferenças salariais, as pessoas que ganham um pouco mais estão sempre querendo exibir esse status extra para os demais, ainda mais quando essas diferenças são conhecidas. Seja na compra de um carro novo, no simples falar em rodinhas de amigos ou ainda em posts do nosso querido facebook, quem ganha mais gosta de aparecer, perante quem ganha menos, no entanto, se cala ou ainda reclama, diante de quem ganha mais.


Já nos lugares onde a maioria ganha a mesma coisa, também se vê pessoas que ostentam mais, no entanto essa tem um tom de manifestação bem mais baixo, pois sabem que, na teoria, os seus semelhantes também poderiam adquirir tal carro ou bens. E aí é tudo uma questão de escolhas. Mas a grande questão ainda é, que em ambientes onde os salários são parecidos, acredito que por conveniência, todos reclamam muito mais da falta de dinheiro. O vale sempre acaba antes, o salário nunca dura o mês todo, as pessoas estão sempre devendo alguma coisa. Mas no fim das contas eu pude avaliar que os lugares onde há menor diferenças salariais são sempre melhores para se trabalhar.

O segundo tópico, de maneira bem rápida, é sobre a imprudência nas estradas, e se me perguntar o que isso tem a ver com economia eu direi que muito. Pensemos que com cada acidente de trânsito vêm junto os prejuízos em bens materiais, custos para a economia e para os sistemas de saúde e infra-estrutura das estradas. Se formos falar só em termos monetários, a conta já é alta o bastante e devemos nos preocupar. Agora vamos analisar pequenos acidentes, por causa de um único idiota que não observa a distância segura do carro da frente, todos os outros motoristas são obrigados a arcar com o stress de ficar parado numa fila de congestionamento provocado por um engavetamento. Agora vamos mais além, e falar dos acidentes graves. As estatísticas mostram que a grande maioria dos acidentes está ligado à excesso de velocidade e manobras arriscadas. Aí eu me pergunto, por que? Simplesmente porque os motoristas ainda não conseguiram enfiar nas suas cabeças de que estrada não é lugar de brincadeira e que há um risco de morrer dirigindo! Simples assim! Portanto, da próxima vez que for para a estrada, pense nas vidas, não só no relógio ou no carro.


E para terminar, eu queria dizer que hoje em dia há uma ampla base de informações disponíveis para quem quiser acessar. A diferença entre o bem informado e o que sabe de tudo e não entende nada, está na forma como você trata a informação. Segregue, escolha, defina um tempo para cada assunto e para cada ação. Se for ler, leia, com atenção. Se for jogar, jogue, para relaxar. Se for conversar, converse, não apenas responda automaticamente o que alguém lhe escreveu.

Eu acho que é isso pessoal, espero que tenham gostado. Quem não gostou também pode se manifestar, e até a próxima!


As imagens da semana são só a velha sequência de carros na faixa dos 10 a 15 mil reais que, na minha opinião, resolvem qualquer parada!

E o vídeo é a versão Skid Row de um clássico de um dos maiores nomes do rock. Homenageando Hendrix, Little Wing!

Abraços!

sexta-feira, 21 de março de 2014

Seguro, eu pago pra não usar!

Será que você que era novo demais ou antigamente não se falava tanto em seguro? O mercado de seguros é um mercado em forte crescimento no Brasil, tanto os seguros para pessoas físicas quanto os seguros de empresas. E não é pra menos, com a crescente onda de criminalidade, aliado a melhor no padrão de vida das famílias, proteger o seu patrimônio passou a contar bastante.


Entre os grandes campeões de contratação estão o seguro automotivo, afinal de contas quem quer deixar a mercê a sua caranga novinha? Mas ainda assim o mercado está crescendo muito para o seguro residencial e o seguro de vida.

Por mais incrível que pareça, o seguro de carro ainda é de longe o mais caro dos três. Sim, um carro de 30 mil tem seu seguro em torno de 2 a 3 mil reais por ano, enquanto que uma residência de 300 mil fica em torno de 500 reais. Já o seguro de vida vai variar de acordo com idade, profissão e valor da apólice.


É fato que antigamente não falava-se tanto em seguro, assim como não eram tantos os casos de assaltos a casas, não se compravam tantos carros novos e o seguro de vida na verdade foi um filão que foi achando espaço entre as outras modalidades, baseado no fato de que a pessoa protege o carro, a casa, então porquê não deixar alguma garantia aos familiares em casa de eventualidade.

O aumento de contratações vêm ainda alinhado a um mercado totalmente novo, o de serviços e assistências vinculados ao seguro. Desde uma troca de pneus, pane seca, bateria, até encanador e eletricista para sua casa. Hoje em dias os bons seguros dão junto uma série de benefícios que a pessoa que sabe usar verá que no fim de um ano valeu a pena ter contratado, ainda que, graças a Deus, não tenha precisado do tal seguro mesmo.


Na verdade o post de hoje é simples e rápido seguindo um novo formato que estou adotando, escrevo somente quando dá e o quanto dá, para ser rápido como o nosso nome e simples como a essência do negócio.

Pra fechar vamos com uma série de dicas para ajudar o seu dia a dia. Tudo coisa muito óbvia mas que esquecemos ao longo do tempo.

- Só prometa o que puder cumprir e cumpra o que prometer.
- Fale a verdade, sempre.
- Respeite e cumpra prazos e horários.
- Ouça as pessoas com o sentimento de escutar, dedique sua atenção.
- Olhe nos olhos.
- Seja calmo e paciente (essa é pra mim!), a ansiedade é um dos grandes maus da atualidade.
- Não seja arrogante, ajudar aos outros é muito melhor do que se sentir superior.
- E por fim, sorria, construa bons momentos todos os dias!

O vídeo da semana é da banda Slade, só pra curtir um pouco de rock das antiga e pouco conhecido!


E pra quem prestou atenção, o ensaio da semana homenageia uma marca espanhola de automóveis que pertence ao grupo Volkswagen. Quem for esperto já sabe o motivo!

Abraços galera, até mais!